quinta-feira, outubro 01, 2009

uma música para hoje...

Dia Mundial da Música - tenho de publicar no GR! Na aparelhagem toca o piano de João Paulo... - não há vídeos... Um olhar rápido de alto a baixo na estante dos CD's... Vou falar de quem?... Alguém que eu ainda não tenha convidado... Já falei... já falei... já falei... - eh, pá, já falei de muita gente! E na prateleira da alegada world music - portuguesa! pois claro - ao lado de Isabel Silvestre está Dulce Pontes: O Primeiro Canto. É o único que tenho da senhora, mas recomendo-o do início ao fim.

Há uma certa relutância em relação a Dulce Pontes que nunca percebi muito bem. Tem uma voz peculiar, explorando num timbre muito próprio uma considerável extensão de escala. Respeito-lhe também a preocupação com a tradição, trazendo ao de cima cantares, poemas ou ambientes com memória. Mais que a voz lírica ou fadista, é esta voz miscigenada de mundos e sons que mais lhe aprecio. E deixo-vos com o tema que dá nome ao disco.



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terça-feira, setembro 22, 2009

hoje é dia sem carros...

... alguém ainda se lembra o que isso é?...


Se a bicicleta não estiver à mão, é sempre bom saber que há comboios e metros gratuitos hoje - e vivam as boas iniciativas... ainda que ninguém lhes ligue...


foto: Bruges - muitas bicicletas há na Bélgica e na Holanda!!!

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quarta-feira, junho 03, 2009

dia da criança...

Foi Dia da Criança e eu não fui à Feira do Livro...

Desde que me lembro que o meu Dia da Criança era sinónimo de dia de Feira do Livro. Lá ia a família em passeio à Boavista ou ao Palácio, de stand em stand, parando junto dos suspeitos do costume a procurar as novidades nas colecções habituais ou a espreitar surpresas desconhecidas. Era dia de passeio, de lanche fora de casa e ainda tínhamos direito a escolher um livro, o nosso livro que era a nossa prenda do nosso dia.

Os anos passaram e o Dia da Criança foi-se prepetuando como dia de Feira. Nos últimos tempos o ritual foi-se diluindo, em conflitos de horários conjuntos, mas eu continuei a passar na Feira no dia 1, mesmo que apenas de fugida.

Este ano não fui à Feira do Livro...

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quinta-feira, março 26, 2009

Amanhã é dia Mundial do Teatro

Alguém faça o obséquio de informar o senhor ministro da Cultura. Ou muito me engano, ou ele é bem capaz de ser menino para se esquecer e deixar passar a data em claro.

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domingo, outubro 05, 2008

uma casa portuguesa: eu queria ser músico... de jazz

Esta semana comemorou-se mais um Dia Mundial da Música. O meu contributo para a causa é - como não podia deixar de ser! - com música nacional. Desta vez, chamo à casa Margarida Pinto. Tem apenas um trabalho a solo - Apontamento (2005) - (sendo também vocalista dos Coldfinger). Apresenta-se aqui a cantar em português, com uma voz doce e arranjos quentes e diversificados. Um álbum de que gosto bastante, nas suas proximidades e afastamentos das "fronteiras" de estilos. Em particular, "Eu queria ser músico..." mantém a simplicidade e a suavidade harmoniosa de todo o álbum, e chama a si também uma profundidade sonora com sabor a jazz.

O jazz... Há uns anos perguntaram-me se gostava de jazz e a resposta foi qualquer coisa como: estou a tentar aprender a gostar... Não acho que seja algo inato, tem de se ir amadurecendo, mas anos volvidos e a reposta vai-se mantendo... Há apresentações mais experimentais que me ultrapassam um bocado, mas já vou sabendo que há muita música boa de ouvir. Não tenho CD's de jazz, no entanto, no devido ambiente e com a devida disposição, consegue ser o som perfeito. As minhas memórias jazzísticas são deitadas no relvado de Serralves, de olhos fechados apenas a ouvir a banda... porque sim.

Gosto do jazz "bem comportado", que soa bem, que encaixa sem dificuldade no conceito de música... Não quero ser mal interpretada, mas o que quero dizer com isto é que a onda experimental e do improviso, por vezes estranham os meus ouvidos (e os de muita gente!). Percebo a riqueza musical, quer ao nível da técnica, quer da interpretação, mas às vezes, do lado de fora, o resultado é... incompreensível... Não gosto de não perceber o que ouço... Aliás, gosto de poder não precisar de perceber... Gosto de poder ouvir... apenas porque sim...

Quando quero descansar
e quando tu vais dormir
ponho um disco do coltrane e ficamos a ouvir
[...]
Às vezes não adormeces
E eu não descanso
Mas o jazz ajuda a sonhar
Faz-nos voar com seu balanço

Eu queria ser músico de jazz
Eu queria ser
Eu queria ser alguém
E eu imagino o Coltrane
Certo dos segredos que desvenda
Na alma de quem ouve a luz e a poesia e o som e a vida
e tudo o que ela tem de bom...

Miguel Cardona, "Eu queria ser músico..."
cantado por Margarida Pinto (2005)

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segunda-feira, setembro 22, 2008

a propósito do dia de hoje...

[hoje é Dia Europeu Sem Carros]

No fim do passado mês de Agosto, lá fui eu à bicicletada do Porto. Uma participação pessoal mensalmente adiada, por incompatibilidades de agenda. Mas Agosto permitiu-me ir espreitar...
«O QUE É UMA BICICLETADA?
Uma Bicicletada é um passeio de bicicleta, patins, trotinetes, “skates” e afins pelas ruas da cidade para promover a qualidade de vida urbana.
«PARA QUE SERVEM AS BICICLETADAS?
· Divulgar e promover o uso da bicicleta e outros veículos não motorizados como meios de transporte viáveis;
· Criar condições favoráveis ao uso da bicicleta como meio de transporte – tornando as cidades mais hospitaleiras;
· Tornar mais ecológica e saudável a mobilidade urbana.

Chego aos Leões. Duas ou três bicicletas encostadas com outros tantos miúdos à conversa. Sento-me também em frente à fonte e aguardo. Vão chegando mais pessoas, habituées destas lides e vão-se fazendo as apresentações. O leque de idades abre-se bastante. Prendem-se panfletos informativos da iniciativa mensal e promotores da utilização diária da bicicleta. Trocam-se ideias sobre o caminho a percorrer: hoje vamos a Gaia! E, no meu humilde papel de visitante estreante, assusto-me com a perspectiva do caminho de regresso... Descer até ao rio não custa nada, mas na volta há-se ser preciso subir... Ante as minhas preocupações, acalmam-me com a garantia de que ninguém fica para trás, nem que seja preciso apear.

Fotografia da praxe e estamos de partida. Um passeio pelas ruas da cidade, dividido entre a intervenção e a divulgação. Palavras de ordem. Alguns panfletos. Pontuais provocações automobilísticas. Mas, maioritariamente, o marcar presença numa ocupação legítima do espaço da faixa de rodagem. Paragens junto ao rio para reagrupar os participantes e aproveitar a paisagem. Passagem do tabuleiro inferior da ponte de D.Luis. Mais alguns metros percorridos e há que começar a pensar em regressar. Medo... No entanto, e apesar de tudo, a assustadora Mouzinho da Silveira até deu para subir. Despeço-me no cimo da rua, rendida à estação do metro que me há-de levar de volta ao Campo Alegre... ao carro que, com a bicicleta dentro, me trará de novo a casa... - é triste, mas tem de ser...

E dizem eles:
Ande de bicicleta todos os dias...
Festeje uma vez por mês...

«ONDE SE REALIZAM?
As Bicicletadas realizam-se em Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro e em mais cerca de 350 cidades de todo o mundo.
«QUANDO SE REALIZAM?
Em Portugal, as Bicicletadas realizam-se sempre na última sexta-feira de cada mês, às 18h/18h30, faça chuva ou faça sol.
Concentração :
- Aveiro - Praça Melo Freitas (perto do Rossio)
- Porto - Praça dos Leões
- Coimbra - Largo da Portagem, junto à estátua do Mata Frades
- Lisboa - Marquês Pombal, no início do Parque Eduardo VII

fotos / flyer [pdf]

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terça-feira, abril 29, 2008

o Dia Mundial da Dança...

... no mês dos anos oitenta!...


The Time of My Life - Dirty Dancing (1987)

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sexta-feira, novembro 16, 2007

quando fores grande...

Amanhã é Dia do Não Fumador e, para assinalar a data, houve hoje umas sessões de esclarecimento numa escola primária, que foram alvo de reportagem radiofónica, no noticiário da Antena1. No final, a jornalista falou com algumas das crianças, surgindo a pergunta:

- Quando fores grande, vais querer fumar?

À pergunta idiota tivemos duas respostas negativas e um «Não sei...» Ao que se seguiu um: «Não sabes?! Porquê?...» E perante a inconclusividade da criança, a jornalista ajuda: «Gostavas de experimentar, é?...» A criança acede à insistência e a conversa fica por ali...


Serei só eu a achar este momento jornalístico, no mínimo, infeliz?!...


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terça-feira, outubro 09, 2007

cartas daquelas...

Ontem tive de ir aos correios e, enquanto esperava que chegasse a minha vez, li num cartaz que 9 de Outubro é o Dia Mundial dos Correios. Fiquei a pensar... Há quanto tempo não escrevo uma carta?... Daquelas em folhas de papel, com uma caneta e uma letra bonita... Daquelas que se dobravam cuidadosamente para dentro de um envelope... Daquelas em que se colavam selos e se levavam aos marcos vermelhos antes do último levantamento... Daquelas que nos deixavam dias ou meses à espera de uma resposta... Daquelas que dava gosto receber e que nos faziam pousar o resto do correio para ir ler para o sofá... Daqui a uns tempos ninguém sabe o que isso é!... Agora, enviar e receber uma mensagem para o vizinho ou para o outro lado do mundo demora apenas um instante. A comunicação intensificou-se, generalizou-se... vulgarizou-se. Não se escreve um mail como se escrevia uma carta... Ou escreve?...

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segunda-feira, outubro 01, 2007

a Casa da Música

Uma das principais e polémicas obras da Porto2001 mora na Av. da Boavista, mesmo junto à Rotunda. Já não faço ideia do que lá estava há uns anos, mas agora é um espaço amplo e arejado – por vezes, demasiado! – onde parece ter caído um meteoro. E este objecto espacial é, então, a Casa da Música. Bloco de cinzento, bastante geometrizado, com faces, arestas e vértices de um sólido gigante muito irregular. Corredores, escadas e átrios assimétricos, janelas onduladas, portas e passagens inesperadas – amplitude e atrofio misturam-se estranhamente. O cimento, a transparência, a madeira, o dourado, o azulejo, o cinzento, o branco, o preto, o vermelho... A variedade e os contrastes visuais são mais que muitos... Não é uma mescla acumulada, mas sim uma diversificação organizada que prima por combinações inesperadas.
A Sala Suggia (Sala1), onde contrastam a sobriedade do cinza e a presunção do dourado, recebe os grandes espectáculos ou ainda apresentações mais pequenas mas que se adequam à acustica – xpto, especial de corrida e mais não sei o quê alegadamente fenomenal... – da sala.

A Sala2, num vermelho aconchegante, é consideravelmente mais pequena e permite concertos mais íntimos, com uma plateia adaptável com ou sem cadeiras.

A programação sofre picos de preenchimento, mas, quando existe, é variada: solistas, pequenos grupos e grandes orquestras, concertos clássicos, de jazz, populares ou tradicionais, workshops, palestras, actividades educativas e aberturas à Praça. Há bilhetes caros, mas há também algumas actividades gratuitas, alguns concertos acessíveis, descontos de idade e assinaturas vantajosas.


Nem tudo são rosas, mas a Casa veio para ficar e acho que se tem mostrado disponível para receber a cidade. Quanto ao acolhimento popular... tem tardado, mas acho que está a melhorar. A sombra da polémica está a desvanecer-se (?)...


fotos: Carlos Romão, excepto (4)-casadamusica

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sábado, setembro 22, 2007

aviso à navegação...


Hoje, 22 de Setembro, é Dia Europeu Sem Carros. Por isso, vamos todos andar um bocadinho a pé ou de bicicleta ou de transportes públicos... Diz-se que é apenas uma questão de simbolismo... Diz-se até que há muita hipocrisia pelo meio... Pois o ano tem mais uma montanha de dias em que ninguém faz o que quer que seja!!!... Não acho que a pretensa hipocrisia de ser apenas um Dia deva ser razão para nos recusarmos a fazer alguma coisa de positivo. E, mesmo que seja por uma questão simbólica, não custa muito. Hoje até é sábado, fica tudo mais fácil.

Agora vou ali limpar o pó à bicicleta para o dia que há-de amanhecer. Por isso, escuso-me de vos ir procurar no google as iniciativas que vão decorrer um pouco por todo o país... Mas, independentemente de iniciativas organizadas, esqueçamos, por um dia, a chave do carro, calcemos umas sapatilhas confortáveis e ponhamos pés ao caminho!

Passam carros, passa gente
vão para algum lugar é certo
vão para trás ou vão para a frente
vão para longe ou vão para perto
vão para algum lugar é certo, vão

Sérgio Godinho, "As dúvidas do Gaspar" (in "Os Amigos do Gaspar" 1988)
[rasurado meu!]

imagem adaptada do site do ano passado

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domingo, abril 01, 2007

Notícia de 1 de Abril

Foto: Thomas Herbrich - Música: Iron Maiden, Flight Of The Icarus

Não posso crer que o “nosso” primeiro registou uma acentuada queda no barómetro mensal da Marktest. Isto só pode ser uma daquelas notícias do primeiro de Abril.

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terça-feira, março 27, 2007

Porto versus Lisboa [revistado]

Estive em Lisboa no passado fim-de-semana e, no sentido de aproveitar o tempo livre que iria ter, decidi espreitar a agenda cultural daí do sítio... Fiquei parva! A oferta era tanta que, eu acho que, se morasse em Lisboa, não fazia mais nada. Diz-me prontamente um amigo: "E tu moras no Porto! Imagina se morasses numa terrinha no meio de coisa nenhuma!..." Pois... tendo isso em conta não me posso queixar muito... Mas, o resto do país que me perdoe, mas vou ignorá-los por uns momentos...

Na área da música, e principalmente se não estivermos à procura dos grandes espetáculos comerciais, há por aqui boa programação regular, apesar de poder ser preciso alargar um bocadinho o raio de alcance. E a Casa da Música foi, de facto, uma "invenção" fantástica...

Mas no teatro (e na dança) a diferença é descomunal! A variedade e regularidade das peças por aí é dificil de se ver por cá. A multiplicidade de teatros (activos), as companhias residentes e as peças que permanecem em cena durante meses foi o que me saltou à vista nesta comparação...

Portanto, "gentes daí de baixo", façam o favor de aproveitar, sim?

Resta dizer que hoje é Dia Mundial do Teatro, e, portanto, o teatro anda à solta um pouco por todo o país - e muito por Lisboa ;)

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quarta-feira, março 21, 2007

Só faltou o sono, a água e a discriminação...

Como aqui atrás se disse, hoje celebra-se muita coisa. Numa tentativa de fazer um post dedicado ao máximo de causas que hoje se celebram, e tendo em conta que entramos na recta final da Festa da Música do GR, o melhor que consegui foi misturar floresta com poesia com árvores e com música:

Canção
Silfos ou gnomos tocam?
Roçam nos pinheirais
Sombras e bafos leves
de ritmos musicais.
Ondulam como em voltas
De estradas não sei onde
ou como alguém que entre árvores
Ora se mostra ou esconde.
Forma longínqua e incerta
Do que eu nunca terei
Mal oiço e quase choro
Porque choro não sei
Tão ténue melodia
Que mal sei se ele existe
Ou se é só o crepúsculo,
Os pinhais e eu estar triste.
Mas cessa, como uma brisa
Esquece a forma aos seus ais.
E agora não há mais música
Do que a dos pinheirais.


[Este poema de Fernando Pessoa foi cantado por António Variações. Não consegui um link ou vídeo para o mesmo.]

Edit (com um obrigado à Cristina): podem ouvir trinta segundos da «Canção» em «www.variacoes.com [a "Canção" em causa é a 6 do CD2 e somos contemplados com 30 segundos do refrão]»

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Princípios

Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.

Podíamos saber um pouco mais
da vida. Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.

Podíamos saber um pouco mais
do amor. Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exactamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim, nada
sabemos do amor.
Nuno Júdice

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Dia Mundial do Sono

[...]
Como no poço da morte
como no poço da morte
a gente gira contra ventos e marés
e tempestades e tornados
como os miúdos teimam
em ficar acordados
e lutam contra o sono
com os olhos arregalados
assim nós também p’ra lá da fadiga
giramos acordamos e dizemos:
eu tenho a morte toda p’ra dormir

Mas como se costuma dizer
tem que ser
porque parar, nunca
Ficar parado?
Antes o poço da morte
que tal a sorte
[…]

Sérgio Godinho, “Antes o poço da morte” (1980)


Hoje é, de facto, Dia de muita coisa. Para além da poesia e da árvore/floresta e também da luta contra a discriminação racial, hoje é Dia Mundial do Sono!!! Sendo, talvez, o menos significativo de todos eles, acredito que será o que menor destaque merecerá por aí. Mas, como dormir é um dos meus pequenos prazeres da vida - cada vez mais negligenciado -, não pude deixar de fazer referência. E, já que estamos no Dia dele, confesso:

Sérgio, amigo, acho que tenho seguido este teu texto demasiado à letra...

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sexta-feira, março 09, 2007

Isto não é uma delegação. É uma constatação.

Foto: Julius Rooymans

Como no Geração Rasca os homens estão em evidente minoria, é Dia da Mulher sempre que a Cristina a Vera e a Leonor quiserem.

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quinta-feira, março 08, 2007

Perplexidade do dia

Foto: Andrzej Dragan

Para quando o Dia Mundial do Fumador?

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