sexta-feira, maio 06, 2011

O que os Finlandeses precisam de saber acerca de Portugal



Via: Geração C

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terça-feira, março 15, 2011

Uninstalling

















Imagem de autor desconhecido

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quarta-feira, outubro 08, 2008

O debate quinzenal

Portugal possui um CV, modelo europeu, invejável. Frequenta, de há uns anos para cá, cursos de formação profissional altamente qualificantes. É certo que alguns deles foram um nadinha dispendiosos, mas na época d'o meu Cv é melhor que o teu, isso é uma questíuncula altamente relativa.

Um país digno distingue-se pela elevada taxa de frequência de conferências/colóquios de vários cientistas altamente qualificados, entre os quais se destacam os seguintes:

- Tony Blair
- Al Gore
- Steve Ballmer
- Santana Lopes
e o nosso primeiro, José Sócrates*.

Quanto aos digníssimos representantes das micro-empresas mais altruístas do planeta, nada se poderá dizer, enfim agradece-se a sopa dos pobres; quanto a Santana Lopes, bem parece-me que os portugueses não o irão esquecer nos próximos domingos; em relação ao nosso primeiro e aos seus companheiros de luta do parlamento, apraz-me dizer-lhes que os ouvimos atentamente. A forma enriquecedora como fico esclarecida abona sempre a favor do meu CV pessoal e do CV do meu glorioso e profundo amigo de cabeceira, Portugal. Assistimos embevecidos a uma revisão do acordo ortográfico em versão simplificada, congratulamo-nos pela riqueza e diversidade do argumentário, raramente é substítuido pelo pagamento da promessa à Nossa Senhora da Agrela.

Amiúde concluímos o seguinte: vivemos uma época bestial, no futuro desaprenderemos todas as recomendações do presente**.

* - aguardamos ansiosamente, já comprámos os bilhetes e tudo, pelas vindas de Bush, Chavez, Barroso, um representante das FARC, Bin Laden, Sarkozy e Pallin.

** - é uma recomendação importante, mas apenas para quem acredita no destino.

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quarta-feira, maio 28, 2008

para lá das polémicas...


o Oceanário, o Pavilhão da Utopia, o Pavilhão do Conhecimento, o Pavilhão da Realidade Virtual, o Pavilhão do Futuro, o Pavilhão do Conhecimento dos Mares, a Torre Vasco da Gama, o Pavilhão da Água,...

o Pavilhão de Portugal, Timor, Açores, Madeira, Zâmbia, Cuba, Namíbia, México, Panamá, Chile, Paquistão, Cabo Verde, Bosnia, Arábia Saudita, Congo, Nepal, São Tomé, Angola, Palestina, Madagáscar, Equador, Roménia, Guiné, Albânia, Venezuela, Bolívia, Eslovénia, Croácia, Hungria, Uruguai, Brasil, Holanda, Filipinas, Japão, Colômbia, Islândia, Estados Unidos, Finlândia, Paraguai, França, Bélgica, Áustria, Grécia, Luxemburgo, Dinamarca, Reino Unido,...

a Gare do Oriente, o teleférico, a Praça Sony, os olharapos, o teatro de rua, o acqua matrix,...

mas também o Gil, a Docas, as criancinhas a nadar, os vulcões de água, as dunas relvadas, os mapas, os bancos de cartão, as filas de espera, o passaporte, os carimbos dos pavilhões,...

[spots no youtube: aqui e aqui]

e ainda, um excelente pretexto para visitas de estudo! sim, a Expo ainda me apanhou em idade escolar e, como parecia haver qualquer coisa importante em Lisboa, lá fomos todos na camioneta passear até à cidade grande! =)

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segunda-feira, outubro 15, 2007

silêncio! que se vai dançar o fado...

Fados... Bons cantores, bons músicos, bons bailarinos, combinações ricas, arranjos interessantes e montagens bem conseguidas... Sim, gostei... Mas não acho que seja um bom filme... Não porque não seja bom, mas, simplesmente, por não ser um filme!... É (apenas?) uma excelente colecção de video-clips de canções cuidadosamente escolhidas e trabalhadas! No fundo, é uma banda sonora de um filme que não existe...

Está catalogado como musical... Tem música, sem dúvida! – boa música! Mas não tem história... Podem dizer que conta a história de um povo, de uma alma, de um sentimento e mais não sei o quê – é bonito mas não me convencem... E é que, não tendo enredo, estaria, para mim, mais próximo do documentário, mas acho que nem isso... Tem pontuais registos de arquivo de reconhecidas grandes vozes nacionais, aproxima-nos no ritmo e nos cantores dos países lusófonos e dos nossos vizinhos, tem até momentos de imagens de Abril e recria ambientes típicos... Mas não é o suficiente para lhe dar o carácter documental – digo eu!...

Perguntei-me: afinal o que define um filme?... Não consegui responder, mas o que quer que seja o meu conceito cinematográfico, acho que não abrange o musical de Saura.

Mas não se percam nesta minha indignação! Eu gostei e até fiquei com vontade de ver os anteriores "musicais" do senhor. "Aquilo" é um bom trabalho! Apesar de alguns momentos... estranhos, tem, acima de tudo, – relembro! – bons cantores, bons músicos, bons bailarinos, combinações ricas, arranjos interessantes e montagens bem conseguidas...

Gostei de muita coisa e apreciei, sobretudo, as danças – não é todos os dias que se vê dançar o fado! Menina neguinha de vestido branco e leque na mão dançando ao redor do seu neguinho. Um solo masculino, divertido e cúmplice com Mariza. Animação contagiante de volta de uma fogueira ao som de um Fado Batido pela Brigada Victor Jara. Um dueto de rua sobre arranjos urbanos num tributo a Marceneiro. Um pas-de-deux emotivo ao som de Amália na voz (??? – alguém me explica o porquê daqueles agudos???) de Caetano. Um trio amoroso em jeito de tango enrolado de traição ao som de Lila Downs em português. Um cheiro flamenco numa proximidade ibérica.


imagem adaptada

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domingo, junho 10, 2007

viva Portugal!

No espírito do Dia de hoje, o Quadro Branco lembra «aqueles que acreditaram em Portugal, e fizeram deste país e do seu povo uma fonte de inspiração...». Cita Camões e Pessoa. Longa vida às suas obras! "Os Lusíadas" e "A Mensagem" são provavelmente os expoentes máximos do nosso patriotismo, do nosso sentimento de nós.

Hoje há, sem dúvida, um défice de orgulho nacional, uma falta de auto-estima, um sentimento derrotista de incapacidade assumida e irreversível... É importante saber que nem sempre fomos assim, comezinhos e pequeninos, como muitos nos pintam. Isso pode ajudar a revitalizar uma crença nacional que anda muito... desacreditada. No entanto, não nos podemos focar demasiado no passado, correndo o risco de cair num sebastianismo meramente expectante e irremediavelmente condenado a não passar disso mesmo.

Com o devido respeito, mate-se e enterre-se D. Sebastião! Acredite-se no país por aquilo que somos, por aquilo que fazemos, por aquilo que conseguimos – presente e não (apenas!) pretérito.


O D. Sebastião foi para Alcácer Quibir
de lança na mão, a investir, a investir,
com o cavalo atulhado de livros de história
e guitarras de fado para cantar vitória.
...
O D. Sebastião era um belo pedante
foi mandar vir para uma terra distante
pôs-se a discursar: isto aqui é só meu
vamos lá trabalhar que quem manda sou eu.
...
E apanhou tal dose do tal nevoeiro
que a tuberculose o mandou para o galheiro
fez-se um funeral com princesas e reis
e etecetera e tal, Viva Portugal.

[Sérgio Godinho, "Os demónios de Alcácer Quibir" (1976)]

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domingo, abril 22, 2007

o que vale estarmos em Abril!...


Esta semana as «Noites da 2» trazem-nos concertos de grandes músicos portugueses... Então, na RTP2, nas madrugadas de 2a a 6a, pelas 00h40, vamos poder ver, rever e, sobretudo, ouvir meia hora de... boa música! :)

2a: JOSÉ AFONSO AO VIVO NO COLISEU
3a: JOSÉ MÁRIO BRANCO NO COLISEU DE LISBOA
4a: SÉRGIO GODINHO "DE VOLTA AO COLISEU"
5a: FAUSTO
6a: VITORINO NO CCB

imagem: RTP

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terça-feira, março 27, 2007

Strawberry Fields Forever

São quase octagenárias.
Rio-me imenso com elas.
Um caso vivo de humor e irreverência.
Falam do passado sem despudor.
São do tempo de uma sardinha para três, no tempo em que no Portugal profundo a fome era um lugar comum.
Quando a sardinha não surgia, na mesa concorrida, acalentavam as tripas à luz da candeia.
25 tostões cada par de calças - ainda as ouço murmurar.
Começaram a trabalhar na alfaiataria do pai com 9 anos.
A primeira vez que uma delas foi à Figueira da Foz era já moça namoradeira.
E no regresso ainda contou pasmada ao fidalgo da aldeia:
ah e aquela praça da fruta e toda da boa!
Imagino a revolta que sentiram ontem quando se depararam com a vitória de Salazar.
Para elas o ditador português é o símbolo da fome
mas o comunista? Cruz credo!
também as imagino a dizer com o olhar arregalado.
Para elas Salazar e Cunhal estão ao mesmo nível.

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quinta-feira, fevereiro 08, 2007

“E cá o Valentim, vai votar SIM!”

Num infantário em Gondomar, perante uma plateia de crianças de 3, 4 e 5 anos de idade, Valentim Loureiro revelou, no seu estilo peculiar [aos berros], que vai votar SIM. Vale mesmo a pena ouvir aqui as doces palavras do Valentim que vota SIM. [as crianças, a esta hora, ainda devem estar em estado de choque]

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terça-feira, janeiro 30, 2007

O Portugal de Vasco Pulido Valente

Hoje, no Canal 1 da RTP, pelas 23:55, [uma hora bastante apropriada, portanto], inicia-se, [se não contarmos com as derrapagens temporais que as todas as grelhas de programação sofrem] o 11º episódio da série de documentários «O Portugal de...». Neste programa, o Portugal será o do cronista-mor da república.

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