quinta-feira, abril 14, 2011

Na indústria do futebol português não há crise!

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sexta-feira, junho 12, 2009

a festa...

Cais do Sodré. Comboio para Oeiras. Saida na Cruz Quebrada. É já ali. Camionetas número 27, 34 e 52 procuram entrada para o parque. Nós vamos subindo calmamente pelo meio da mata com um suave cheiro a eucalipto. À nossa frente, de saco às costas, dois vendedores trocam indicações sobre a localização mais indicada para parar. Continuamos a subir. Avistam-se mais alguns caminhantes e vão-se revelando já as cores da tarde: azul e amarelo.

Fim da subida e o maralhal adivinha-se pela rua à direita. Tendas e barraquinhas, bifanas e cervejas, gelados e cachecóis. No final, o acumular dos autocarros - os tais 52 que passaram por nós na entrada. Com os autocarros vazios, as pequenas multidões concentram-se de volta de churrascos improvisados, partilhando algo mais que uma refeição. Alegrias e esperanças, ainda que incompatíveis, co-existem de forma saudável - este ano somos todos amigos, diz-se.

Terminadas as refeições, arruma-se o estandarete e vá de rumar calmamente ao palco da tarde. As cores, agora separadas, mostram um contraste não visível até então, que se vai afirmando cada vez mais em aplausos e assobios.

A tarde já vai longa e os ânimos quentes vão esfriando num súbito nevoeiro que parece reflectir melhor um novo estado de espírito. O espectáculo chega ao fim, os assobios esvaiem-se e ficam os aplausos. Glória aos vencedores e honra aos vencidos. Continuamos todos amigos... só um pouco menos entusiastas...


Ah, entretanto, diz que houve um jogo de futebol...

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quinta-feira, abril 09, 2009

futebol com "F" grande

Não tenho visto muitos jogos de futebol nos últimos tempos, sendo que muitos deles até começo, mas divago a meio. 3a feira vi com gosto um jogo como já não via há muito. Tivemos de jogar e jogámos bem! Fio de jogo. Oportunidades. Golos. Poucos casos. É claro que o resultado final também ajuda à satisfação. Não houvera aquele golo aos 89min e a sensação seria outra. Foi um empate em cima dos 90 que soube a vitória merecida...

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domingo, maio 04, 2008

A [verdadeira] festa do futebol

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sexta-feira, abril 11, 2008

Masoquismo é...

... ver o Benfica levar três (3) da Académica no Estádio da Luz.
... ver o Benfica levar três (3) da Académica no Estádio da Luz e ser tão, mas tão masoquista que não desiste de ver a desgraça até ao fim.
... ver o Benfica levar três (3) da Académica no Estádio da Luz e ser tão, mas tão masoquista que não desiste de ver a desgraça até ao fim, e ainda ver o Chalana dizer Ah e tal até tivemos oportunidades de golo.
... ver o Benfica levar três (3) da Académica no Estádio da Luz e ser tão, mas tão masoquista que não desiste de ver a desgraça até ao fim, e ainda ver o Chalana dizer Ah e tal até tivemos oportunidades de golo, estar lixado com a péssima prestação da equipa e nem conseguir colocar aqui uma imagem porque o Blogger says Noooo (homenagem à série Pequena Grã-Bretanha).
... ver o Benfica levar três (3) da Académica no Estádio da Luz e ser tão, mas tão masoquista que não desiste de ver a desgraça até ao fim, e ainda ver o Chalana dizer Ah e tal até tivemos oportunidades de golo, estar lixado com a péssima prestação da equipa e nem conseguir colocar aqui uma imagem porque o Blogger says Noooo (homenagem à série Pequena Grã-Bretanha) durante cinco tentativas e depois disto tudo, e meia hora depois, diz Ok já carreguei essa coisa.



Moral da História: Ele há noites em que o chefe deste blogue se ri e com razão.

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segunda-feira, fevereiro 18, 2008

lembranças...

... de uma viagem relâmpago.

foto: minha

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quarta-feira, setembro 05, 2007

um bocadinho grande...

Nestas férias andei por terras mouriscas e, aproveitando o facto de haver jogo na Luz, rumámos ao estádio... numa espécie de visita de estudo! Ah, e tal, porque diz que aquilo é grande...

Depois de errada a saída do metro, de andar pelo meio das obras e de atravessar a pé o nó rodoviário, lá nos vimos em frente às bilheteiras. Momentos de espera na fila. Bilhetes na mão para o jogo do dia seguinte.

Uma voltinha ao estádio... Mas onde é que anda a estátua?!... Está ali em baixo... Hummm... Achava que era maior e que estava num sítio mais central – eles lá sabem... Tiram-se umas fotos da praxe com o senhor e há que continuar a voltinha. A entrada principal é um bocado atravancada – falta-lhe a Alameda!!! Até se tenta tirar uma foto ao passarinho por cima das portas, mas a máquina encravou!... E estou a falar a sério!!! A máquina boicotou a visita de estudo – lá deve ter achado que já se tinha sacrificado o suficiente!

No dia de jogo, o cenário piorou consideravelmente – estava a ver que me dava uma coisinha má! Acho que nunca vi tanto vermelho todo junto... Isso não é saudável, com certeza! Mas dentro do estádio, há que reconhecer que aquilo é, de facto, um bocadinho grande...

Quanto ao jogo... o Copenhaga perdeu...

E mais não digo, sob o risco de ter de me penitenciar publicamente...


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segunda-feira, julho 23, 2007

viagem relâmpago...

Agora, num post apressado, fica também a viagem mais rápida que já fiz: ida e volta de avião no mesmo dia... País desconhecido, que o continuou a ser. Uma terra pequena num país grande. Uma voltinha pela cidade, pela Santa Catarina lá do sítio. Pouco ficou. Cidade parada para nos receber. Gente calma e organizada que assistia pacificamente à nossa visita. Acho que estivemos sentados exactamente nesta esplanada até desistirmos de sermos atendidos. Não era por mal, mas o tráfego de visitantes parecia estar bem acima da média. Levantámo-nos e, mesmo antes de cairmos na solução trivial para a refeição rápida (também visível na foto), ficámos na fila das salsichas – humm humm humm!!! Salsichas enormes num pão que parece servir apenas para segurar nas ditas sem sujar muito as mãos – humm humm humm!!! Continuação da voltinha, inevitavelmente comercial... Gente civilizada com quem partilhámos o espaço... emoções e alegrias...

Retorno ao objectivo da viagem... Mais gente, mais partilha, mais emoções e mais... alegrias... Umas horas depois, embarque de regresso demasiado confuso... But... who cares?!... :)

Língua indecifrável, que o continuou a ser... Sabia apenas meia dúzia de palavras, que arrisco pronunciar, mas não me atrevo a escrever – a Leonor ainda me bate! :) Mas uma, aprendida especialmente para a ocasião, não esqueci: Gelsenkirchen!!! ;)


Há viagens que nos marcam por motivos bem mais além dos lugares e das gentes que nos recebem!... Eu estive a conter-me – a sério que estive! – mas tem mesmo de ser... não ficava completo o post. Com licença...

imagens (1) (2) (3)

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domingo, maio 20, 2007

só para não contrariar o chefe...

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sábado, maio 19, 2007

perturbação da reflexão...

Neste momento, na RTP1, está a dar «O Leão da Estrela»... (supostamente!!!) numa homenagem a Milú...

Nada contra a senhora, mas... já estamos a menos de 48h!... Então e o período de reflexão?!...

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sábado, abril 14, 2007

Prognósticos só depois do jogo...

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segunda-feira, abril 09, 2007

Homens à beira-mar


















Nada trazem consigo. As imagens
Que encontram, vão-se delas despedindo.
Nada trazem consigo, pois partiram
Sós e nus, desde sempre, e os seus caminhos
Levam só ao espaço como o vento.

Embalados no próprio movimento,
Como se andar calasse algum tormento,
O seu olhar fixou-se para sempre
Na aparição sem fim dos horizontes.

Como o animal que sente ao longe as fontes,
Tudo neles se cala pra auscultar
O coração crescente da distância,
E longínqua lhes é a própria ânsia.

É-lhes longínquo o sol quando os consome,
É-lhes longínqua noite e a sua fome.
É-lhes longínquo o próprio corpo e o traço
Que deixam pela areia, passo a passo.

Porque o calor do sol não os consome,
Porque o frio da noite não os gela,
E nem sequer lhes dói a própria fome,
E é-lhes estranho até o próprio rasto.

Nenhum jardim, nenhum olhar os prende.
Intactos nas paisagens onde chegam
Só encontram o longe que se afasta,
O apelo do silêncio que os arrasta,
As aves estrangeiras que os traspassam,
E o seu corpo é só um nó de frio
Em busca de mais mar e mais vazio.

Sophia de Mello Breyner Andresen - “Mar”, Caminho, 2006, p. 25

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