quarta-feira, setembro 05, 2007

um bocadinho grande...

Nestas férias andei por terras mouriscas e, aproveitando o facto de haver jogo na Luz, rumámos ao estádio... numa espécie de visita de estudo! Ah, e tal, porque diz que aquilo é grande...

Depois de errada a saída do metro, de andar pelo meio das obras e de atravessar a pé o nó rodoviário, lá nos vimos em frente às bilheteiras. Momentos de espera na fila. Bilhetes na mão para o jogo do dia seguinte.

Uma voltinha ao estádio... Mas onde é que anda a estátua?!... Está ali em baixo... Hummm... Achava que era maior e que estava num sítio mais central – eles lá sabem... Tiram-se umas fotos da praxe com o senhor e há que continuar a voltinha. A entrada principal é um bocado atravancada – falta-lhe a Alameda!!! Até se tenta tirar uma foto ao passarinho por cima das portas, mas a máquina encravou!... E estou a falar a sério!!! A máquina boicotou a visita de estudo – lá deve ter achado que já se tinha sacrificado o suficiente!

No dia de jogo, o cenário piorou consideravelmente – estava a ver que me dava uma coisinha má! Acho que nunca vi tanto vermelho todo junto... Isso não é saudável, com certeza! Mas dentro do estádio, há que reconhecer que aquilo é, de facto, um bocadinho grande...

Quanto ao jogo... o Copenhaga perdeu...

E mais não digo, sob o risco de ter de me penitenciar publicamente...


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sexta-feira, junho 15, 2007

O Primeiro Mandamento

Foto: Mike Skelton

Por mera precaução, todos os dias, antes de sair para o trabalho, lá me sento em frente ao PC para ver como encerraram os mercados asiáticos – os norte-americanos, costumo-os ver na noite anterior. Aproveito também para ler as primeiras notícias on-line dos mercados financeiros no Jornal de Negócios e no Diário Económico. Este foi um hábito que ganhei de forma a tentar passar a parte da manhã sem grandes sobressaltos, pelo menos, até à hora da almoço: depois da reabertura dos mercados norte-americanos. Depois, durante o dia, lá vou dando uma espreitadela nas cotações das empresas que procuro escolher cuidadosamente para investir, e que vou vendendo ou comprando sempre que julgo estar perante uma oportunidade de facturar alguma coisa. Porém, hoje, lá para o meio da manhã, estava um bocado distraído [com o trabalho] quando ouvi na Antena1 a notícia sobre a OPA lançada pelo inenarrável Joe Berardo. Como estava distraído, e como não estou habituado a ver investidores com uma vontade louca de perder dinheiro, confundi “OPA” com “OTA”, e pensei que a notícia tinha a ver com o financiamento do Joe Berardo ao estudo do aeroporto em Alcochete. Não percebi muito bem o que é que o Ésse Éle Bê tinha a ver com o assunto, mas como o Luís Filipe Vieira gosta de se meter em tudo o que é confusões… não estranhei muito.

Poucos minutos depois um colega que partilha comigo o interesse por esta coisa das acções enviou-me um e-mail com um link para a notícia do Jornal de Negócios que se referia à tal OPA do Joe Berardo. Fui de imediato ver a cotação das acções do Ésse Éle Bê e constatei que a forte especulação as estava a fazer subir vertiginosamente – vi logo ali uma oportunidade única de ganhar facilmente uns valentes cobres em poucas horas.

Fiquei bastante stressado e tive de fazer de imediato um intervalo para beber um cafezinho, esfumaçar um cigarro, e ir meditar melhor sobre o assunto. É que a minha religião não me permite comprar acções do Ésse Éle Bê – nem nada que se pareça. Para entenderem melhor o que eu quero dizer posso confessar que só por terem patrocinado o Ésse Éle Bê num passado remoto, ainda hoje sou incapaz de comprar ou consumir qualquer artigo da Parmalat, pôr combustível numa bomba da Shell, ou comprar qualquer artigo no MediaMarket. E só continuo a beber Coca-Cola porque [para além de ser viciado] a marca também patrocina o Sporting.

Estive prestes a cometer uma loucura mas a verdade é que segui à risca o primeiro mandamento da minha religião: «não ajudarás de nenhuma forma o Ésse Éle Bê». Posso até ter terminado o dia com menos uns valentes cobres na carteira, mas não estou nada arrependido. Pelo menos posso continuar a viver em paz com a minha consciência.

PS. Quem comprou acções do Ésse Éle Bê e não aproveitou para as vender hoje, se tem amor ao dinheirinho, é bom que se desfaça delas na segunda-feira, e bem cedinho.

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segunda-feira, maio 21, 2007

o que lhe vale é que ganhámos!!!

jornalista: O campeonato conquistado na última jornada tem outro sabor?

Jesualdo: ... eh pá... acho que foi mais giro...

EU: Mas quem é que disse que o campeonato era para ser giro???!!!

Definitivamente, o homem tem uma falha grave de futebolês...

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quarta-feira, maio 16, 2007

Delírios [1]

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segunda-feira, abril 16, 2007

Mais um engenheiro em apuros

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domingo, março 18, 2007

Prognósticos só depois do jogo

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terça-feira, março 06, 2007

Irreconhecível!

“Se o clube me despedir fico milionário e passados meses treino outro clube"

Evidentemente que este foi um daqueles raros momentos em que o “nosso” special one vacilou. Ninguém está habituado a tanta modéstia por parte do José. O Mourinho que todos conhecemos diria antes: “Se o clube me despedir fico multimilionário e passados alguns segundos estou a treinar outro clube”.

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