sábado, janeiro 02, 2010

Annus horribilis

Partilhar

segunda-feira, setembro 28, 2009

A união faz a força

A melhoria de 1 décima da votação no PSD face às últimas legislativas deve-se certamente ao facto de Manuela Ferreira Leite, Cavaco Silva e Pacheco Pereira terem votado, desta vez, no PSD.

Etiquetas: , , , ,

Partilhar

sexta-feira, julho 31, 2009

O Monstro Rosa Choque


Depois de o próprio Professor Ricardo Reis defender que esta análise de Miguel Frasquilho “é boa, séria, e merece respeito” espero que o hilariante porta-voz do PS volte a chamar a imprensa para comunicar a todos os portugueses que o “Monstro” está de volta - e mais rosa do que nunca.

Etiquetas: , , , , ,

Partilhar

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Adeus cooperação estratégica

Partilhar

sábado, janeiro 31, 2009

Sócrates sem saída


Ou alguém consegue rapidamente demonstrar que todas estas notícias fazem parte de uma maquiavélica cabala muito bem urdida, ou o primeiro-ministro terá os dias contados. Ou demite-se ou é terá de ser demitido.

Etiquetas: , , , , ,

Partilhar

terça-feira, setembro 16, 2008

Saramago: Cartas de amor e Ódio

Saramago inaugurou o seu blogue com um texto que caracteriza como «uma carta de amor a Lisboa». À primeira vista nada seria mais sensato e adequado: a cidade onde vivo [desde sempre] está mesmo necessitada de amor, muito muito amor – tal é o seu estado de abandono, degradação e imundície. Porém, se quando o nobilíssimo escritor escreveu a referida “carta”, «há uns quantos anos atrás», a mesma poderia até ser uma evidente proclamação de amor, já hoje, e considerando outros desenvolvimentos [e insuflados ódios de estimação], aquela velha carta talvez tenha adquirido novos significados que já nada têm a ver com sentimentos de amor.

«Deixemos na irónica paz dos túmulos aquelas mentes transviadas que, num passado não distante, inventaram para os Portugueses um “dia da raça” (…)».

Etiquetas: , , , , , ,

Partilhar

quarta-feira, agosto 13, 2008

Coisas para se discutirem lá mais para Setembro

As políticas têm de se adaptar ao país que pretendem servir. Não são os países que têm de se moldar às políticas. Não duvido que Pedro Passos Coelho será um dia um bom dirigente do PSD, mas por enquanto ainda tem de gizar o seu programa liberal por forma a que ele encaixe num país com dois milhões de pobres, sendo esta população essencialmente constituída por idosos que já não poderão beneficiar de um programa com essa ideologia. Confesso que as ideias bem arrumadas, a comunicação ágil e a boa estrutura do programa me surpreenderam. Mas falta algo.
Os políticos têm de se adaptar às sociedades. Não são as sociedades que se têm de moldar aos políticos. Manuela Ferreira Leite tem de ter o seu tempo. E tem toda a razão em dizer que quem deve apresentar soluções é o Governo em exercício. Mas era bom que em Setembro, no limite, dissesse o que pretende fazer de diferente. E, uma vez mais o mesmo problema, era bom que percebesse que por vezes o balancete é menos importante que a sociedade que pretende governar. Ou seja, que tome rapidamente a consciência que lidera um partido social-democrata no tal país dos dois milhões de pobres e do meio milhão de desempregados. Tem atrás de si, ao contrário do querem fazer crer, obra feita nas Finanças e, a nível profissional, um currículo de fazer inveja. Mas falta algo.
Cavaco Silva foi o mais liberal na economia e, nas contas, o mais rigoroso PM que tivemos desde o 25 de Abril. Porém, isso não lhe impediu de tomar uma medida anti-liberal e nada de acordo com as restrições financeiras que o OE lhe impunha: introduziu o subsídio de Férias e de Natal para os pensionistas. Quando em Julho receberam a dobrar, poucos terão sido aqueles que se lembraram que esta foi uma medida que actual PR implementou. Mas que é representativa daquilo que falta a Pedro Passos Coelho e a Manuela Ferreira Leite: a noção de País e de Sociedade que Cavaco tinha e tem de Portugal.

Etiquetas: , , ,

Partilhar

sábado, dezembro 01, 2007

O Cavaquinho

Imagem via: juliopereira.pt

A opção do Presidente de República em enviar para o Tribunal Constitucional a lei dos vínculos, carreiras e remunerações pode [e deve] ser objecto das mais diversas análises políticas, mas confesso que o que mais me espantou nesta estória toda foi ter ouvido, pela primeira vez, comunistas, sindicalistas e outros “istas” aparentados, referirem-se ao actual Presidente da República com reverências do tipo: «O Senhor Presidente», «O Senhor Presidente da República», ou ainda [e mais espantoso], «O Senhor Presidente Cavaco Silva». O que é feito daquelas carinhosas enunciações que tanto gostavam de empregar cada vez que se referiam [aparentemente] à mesma criatura como, «o Cavaco», ou [em ocasiões mais solenes] «o presidente Cavaco»?

Etiquetas: , , ,

Partilhar

segunda-feira, novembro 12, 2007

"¿Por qué no te callas?" [parte 2]

Partilhar

domingo, junho 17, 2007

Contraditório

Sou um ouvinte habitual do Contraditório, programa de opinião semanal emitido pela Antena1, e onde Ana Sá Lopes, Carlos Magno, Luís Delgado e Luís Marinho debatem os principais acontecimentos da actualidade nacional e internacional. Esta semana estava particularmente interessado no programa: não podia perder a versão de Luís Marinho (Director de Informação da RTP) sobre o caso que envolveu o Presidente da República e a estação pública de televisão.

O início do programa não foi muito auspicioso, Luís Marinho começou o programa com um «pseudo-acontecimento»*: o roubo do relógio ao presidente Bush. Mas depois de cinco minutos a falar do relógio do Bush, lá entraram na análise a um verdadeiro acontecimento da actualidade internacional: o momento dramático que se vive na Palestina. Depois partiram para o comentário à sondagem da Intercampus que dá a vitória sem maioria absoluta em Lisboa a António Costa, e à análise dos possíveis cenários pós eleitorais. Já estavam nesta conversa há mais de dez minutos quando finalmente se ouve o Luís marinho dizer: “Eu propunha que nesta fase final do programa falássemos de um acontecimento político que parece que começar a ter bastante relevância que é: o papel de Cavaco Silva na actual cena política. Carlos Magno… desenvolve lá a tua tese”. Fiquei espantado com aquela saída da “tese”, mas Carlos Magno começou logo por informar os ouvintes que já tinham falado sobre o assunto nos bastidores. Para bom entendedor, meia palavra basta. Carlos Magno lá começou a desenvolver a sua tese, que defende que o poder do Primeiro-ministro se está a transferir directamente para o Presidente da República, e ainda arranja um tempinho para criticar Cavaco Silva e a RTP. Tenta passar a bola a Luís Marinho, mas este faz questão de dizer que nada tem a acrescentar. Porém, acabou por acrescentar: o que se disse [a RTP] foi que o presidente tinha razão numa parte do protesto dele, que é exactamente não se ter emitido a totalidade da cerimónia.” Tanto a Ana Sá Lopes como Luís Delgado não proferiram qualquer parecer sobre o assunto, o tema passou rapidamente da RTP para o estudo do novo aeroporto de Lisboa e não se falou mais na RTP até ao final do programa.

Conclusão: não é pelo amiguismo que se pode distinguir a blogosfera dos meios de comunicação tradicionais.

* Daniel Boorstin

Etiquetas: , , , , , , , ,

Partilhar

sexta-feira, março 09, 2007

Livro de Estilo da Presidência

Partilhar