segunda-feira, setembro 28, 2009

A união faz a força

A melhoria de 1 décima da votação no PSD face às últimas legislativas deve-se certamente ao facto de Manuela Ferreira Leite, Cavaco Silva e Pacheco Pereira terem votado, desta vez, no PSD.

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sexta-feira, agosto 21, 2009

sorria, está a ser filmado...

Sorridente, demasiado sorridente... A senhora deve estar a receber umas aulas de apresentação pública... Não me consegui concentrar no que dizia de tão estranha que era aquela combinação: Manuela Ferreira Leite e um sorriso rasgado duradouro no tempo...

NOTA: a raridade do fenómeno impede-me encontrar uma ilustração fidedigna.

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quarta-feira, novembro 19, 2008

A Divina Tragicomédia


O que se diz que MFR disse:
“Eu não acredito em reformas quando se está em democracia, quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia.”

O que se diz que MFR queria dizer:
“Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia (quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia).”

O que MFR acabou por dizer:
“Quero deixar perfeitamente claro junto de todos aqueles escassos portugueses que ainda acreditavam em mim que não tenho, nem nunca tive, qualquer jeito para a política e que não estou minimamente interessada em vencer qualquer eleição que não seja aquela de saber quem é capaz de dizer o maior número de disparates no menor espaço de tempo. Apesar de ser evidente que não tenho quaisquer condições para liderar o PSD, e ainda menos o país, não me quero ir embora sem tentar acabar de vez com o pouco que ainda resta deste partido e procurar continuar a descredibilizar totalmente os [ex] fervorosos apoiantes da minha candidatura.”

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quinta-feira, novembro 13, 2008

Como os compreendo bem...

Como já não me recordava da última vez que um dos meus posts tinha versado o tema "Manuela Ferreira Leite", fui forçado a recorrer à pesquisa do Blogger. Acabei por encontrar, após alguma insistência, esta brevíssima referência feita em final de Outubro – tão breve, que já a tinha esquecido por completo. Para encontrar outra referência sobre o mesmo tema, foi necessário recuar ao dia 31 de Maio de 2008. Mantenho, com alguma dose de preocupação acrescida, tudo o que disse nessa malfadada data, e não gostaria de deixar passar esta ocasião sem aproveitar para demonstrar toda a minha solidariedade, sincero apreço, e apoio incondicional, a todos os órgãos de comunicação social que têm feito o favor de filtrar as mensagens da líder do PSD para a opinião pública. Porque, para disparate completo, já me chegam as políticas e as declarações dos actuais governantes e de todo o seu séquito.

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quarta-feira, agosto 13, 2008

Coisas para se discutirem lá mais para Setembro

As políticas têm de se adaptar ao país que pretendem servir. Não são os países que têm de se moldar às políticas. Não duvido que Pedro Passos Coelho será um dia um bom dirigente do PSD, mas por enquanto ainda tem de gizar o seu programa liberal por forma a que ele encaixe num país com dois milhões de pobres, sendo esta população essencialmente constituída por idosos que já não poderão beneficiar de um programa com essa ideologia. Confesso que as ideias bem arrumadas, a comunicação ágil e a boa estrutura do programa me surpreenderam. Mas falta algo.
Os políticos têm de se adaptar às sociedades. Não são as sociedades que se têm de moldar aos políticos. Manuela Ferreira Leite tem de ter o seu tempo. E tem toda a razão em dizer que quem deve apresentar soluções é o Governo em exercício. Mas era bom que em Setembro, no limite, dissesse o que pretende fazer de diferente. E, uma vez mais o mesmo problema, era bom que percebesse que por vezes o balancete é menos importante que a sociedade que pretende governar. Ou seja, que tome rapidamente a consciência que lidera um partido social-democrata no tal país dos dois milhões de pobres e do meio milhão de desempregados. Tem atrás de si, ao contrário do querem fazer crer, obra feita nas Finanças e, a nível profissional, um currículo de fazer inveja. Mas falta algo.
Cavaco Silva foi o mais liberal na economia e, nas contas, o mais rigoroso PM que tivemos desde o 25 de Abril. Porém, isso não lhe impediu de tomar uma medida anti-liberal e nada de acordo com as restrições financeiras que o OE lhe impunha: introduziu o subsídio de Férias e de Natal para os pensionistas. Quando em Julho receberam a dobrar, poucos terão sido aqueles que se lembraram que esta foi uma medida que actual PR implementou. Mas que é representativa daquilo que falta a Pedro Passos Coelho e a Manuela Ferreira Leite: a noção de País e de Sociedade que Cavaco tinha e tem de Portugal.

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