segunda-feira, junho 06, 2011

Os paranóicos do costume

Vêem "ódio" em tudo, e por todo o lado. Vêem aquilo que sentem.

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terça-feira, dezembro 02, 2008

não gosto do Mário. e agora?

Não gosto do Mário Nogueira. Não o conheço de lado algum e, desde sempre, que antipatizo com ele. Não parece um senhor simpático, educado nem sorridente.

Acredito que o senhor se agarre bem agarrado ao lugar que ocupa e que lá esteja por politiquices. Não o admiro pela sobranceria com que assume a pseudo-liderança dos professores, pela excessiva exposição pública e pelos comentários, críticas e até ofensas.

Independentemente de não perceber nada de política, nem das sindicalices que mantêm a blogosfera entretida, não consigo gostar do discurso arrogante do Mário Nogueira. Por um motivo: não aprecio o sectarismo sobranceiro.

Por isso, não aprecio o que diz Mário Nogueira no constante enfoque nas condições de progressão de carreira, no excessivo relevo dado às condições de aposentação, na intransigência e na falta de visibilidade dada a críticas construtivas. Tenho a certeza (?) de que muitos professores não pensam exactamente o mesmo.

[texto adaptado livremente da apreciação da Carlota sobre a Manuela]


PENSAMENTO FINAL:

Será que amanhã posso fazer greve pondo uma cruzinha num papel a dizer que
não autorizo que isso seja inadvertidamente utilizado pelo senhor?...

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terça-feira, setembro 16, 2008

Saramago: Cartas de amor e Ódio

Saramago inaugurou o seu blogue com um texto que caracteriza como «uma carta de amor a Lisboa». À primeira vista nada seria mais sensato e adequado: a cidade onde vivo [desde sempre] está mesmo necessitada de amor, muito muito amor – tal é o seu estado de abandono, degradação e imundície. Porém, se quando o nobilíssimo escritor escreveu a referida “carta”, «há uns quantos anos atrás», a mesma poderia até ser uma evidente proclamação de amor, já hoje, e considerando outros desenvolvimentos [e insuflados ódios de estimação], aquela velha carta talvez tenha adquirido novos significados que já nada têm a ver com sentimentos de amor.

«Deixemos na irónica paz dos túmulos aquelas mentes transviadas que, num passado não distante, inventaram para os Portugueses um “dia da raça” (…)».

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