terça-feira, dezembro 02, 2008

não gosto do Mário. e agora?

Não gosto do Mário Nogueira. Não o conheço de lado algum e, desde sempre, que antipatizo com ele. Não parece um senhor simpático, educado nem sorridente.

Acredito que o senhor se agarre bem agarrado ao lugar que ocupa e que lá esteja por politiquices. Não o admiro pela sobranceria com que assume a pseudo-liderança dos professores, pela excessiva exposição pública e pelos comentários, críticas e até ofensas.

Independentemente de não perceber nada de política, nem das sindicalices que mantêm a blogosfera entretida, não consigo gostar do discurso arrogante do Mário Nogueira. Por um motivo: não aprecio o sectarismo sobranceiro.

Por isso, não aprecio o que diz Mário Nogueira no constante enfoque nas condições de progressão de carreira, no excessivo relevo dado às condições de aposentação, na intransigência e na falta de visibilidade dada a críticas construtivas. Tenho a certeza (?) de que muitos professores não pensam exactamente o mesmo.

[texto adaptado livremente da apreciação da Carlota sobre a Manuela]


PENSAMENTO FINAL:

Será que amanhã posso fazer greve pondo uma cruzinha num papel a dizer que
não autorizo que isso seja inadvertidamente utilizado pelo senhor?...

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sexta-feira, novembro 09, 2007

Há vícios que nunca se perdem

Os sindicatos marcaram uma greve da função pública para dia 30 de Novembro. Não discuto as razões. Mas com tantos dias passíveis de serem eleitos, vão logo escolher um que servirá, acima de tudo e aos olhos da opinião pública, para substituir um feriado que este ano ocorre num Sábado. O resultado é fácil de apurar: todo o capital de confiança e simpatia que tinham ganho aquando da manifestação de 200.000 pessoas é atirado pela janela fora. Não é só o Governo que dá tiros no pé.

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