quarta-feira, julho 25, 2007

um murro no estômago...

Ontem terminou na RTP2 mais uma temporada (a nona) de ER (Serviço de Urgência)... Foi forte, muito forte... Eu sei que sou fraquinha e que me incomodo com as imagens das operações, dos órgãos todos para lá a mexer cheios de sangue, das agulhas e dos bisturis. E nesta altura, perguntam vocês, então, porque vejo eu a série... ER vai muito além disso, além da cama de operações, além das chegadas das ambulâncias,... Há vidas, relações, problemas, dúvidas e decisões... Mas neste episódio isso também foi forte!

Carter juntou-se a Luka por uns dias na missão de voluntariado em África... A África das guerras e das guerrilhas. A África onde não se vive... sobrevive-se! A África que nos mostra a insignificância dos nossos problemas... Eu sei que essa África existe, mas instintivamente tendo a esquecê-la... E, depois, de cada vez que tropeço nestas histórias, levo um murro no estômago... Antes deste acho que foi com "Diamante de Sangue"... Fico uns momentos anestesiada, sem capacidade de reacção... Sinto-me pequenina, pequenina, pequenina... Carter, inconsolável, insurgia-se contra o facto de ali se morrer de algo facilmente curável com um medicamento de $10... Luka, mais conformado, muda-lhe o ponto de vista: «Hoje vacinámos 200 crianças! Quando é que em Chicago, salvaste 200 vidas num só dia?...»

A fechar o episódio, o regresso a Chicago e um beijo silencioso na testa de Abby que dorme tranquila... - acalma o espírito e serena a tensão...

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domingo, julho 01, 2007

o pano vai abrir...

Quem pode fazer-me as tranças?... Nos olhos é sombra azul, certo?... Que horas são?... Preciso de ganchos!... Alguém tem umas meias a mais?... Já estão a chamar a figuração inicial!... Onde estão os alfinetes?... Viram o meu chapéu?... Já abriram as portas!... Com licença, deixem passar... Já estamos todas?... O pano vai abrir...

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domingo, junho 17, 2007

#momento Zen#











O seu lema indefectível:
interiorizar a palavra descontração como a capacidade de saber mergulhar em emoções e não se afogar... num mar de (in)certezas.

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