segunda-feira, dezembro 22, 2008

Prognósticos só depois dos jogos...

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terça-feira, dezembro 09, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Suspensão sem aviso prévio]


A rubrica «Prognósticos só depois dos jogos» encontra-se suspensa até que os adversários do Ésse Éle Bê consigam terminar as primeira parte dos seus jogos com 11 jogadores em campo.

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segunda-feira, novembro 17, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 8]

Nesta jornada o Benfica conseguiu vencer com dificuldade na Luz o Estrela da Amadora, mas não alcançou a liderança porque o Sporting perdeu com o Líder do campeonato em Alvalade. Não fosse o caso do Paulo Bento ser benfiquista desde pequenino, e eu até poderia estar aqui a considerar seriamente a hipótese do meu Sporting ter perdido propositadamente só para o Benfica não chegar ao primeiro posto isolado – lugar que não alcança há 3 anos e meio, e que, se Deus assim quiser, continuará sem conseguir ocupar por, pelo menos, mais 3 anos e meio.
Como o Sporting já mostrou toda a sua “garra”, e já esgotei à oitava jornada todo o meu stock de desculpas para as más exibições e resultados do Sporting, resta-me torcer para que o Fê Cê Pê encontre rapidamente o seu norte e impeça o Benfica de ganhar qualquer título esta época.

Classificação:
1 - Leixões 19
2 - Benfica 18
3 - Marítimo 14
4 - FC Porto 14
5 - Nacional 14
6 - Sporting 13

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quarta-feira, novembro 05, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 7]

Como as derrotas do Fê Cê Pê e as vitórias do Ésse Éle Bê já se começaram a tornar um hábito, a grande surpresa desta jornada acabou por ser a vitória daquela equipa fraquinha e que pratica um futebol pouco atraente, em Vila do Conde, por duas uma bola a zero. Nesta fase do campeonato só me ocorre parafrasear o presidente do meu clube: não queremos parar o Benfica, só o queremos ultrapassar.

Classificação:
1 - Leixões 16
2 - Benfica 15
3 - Nacional 13
4 - Sporting 13
5 - Naval 11
6 - E. Amadora 11
7 - Marítimo 11
8 - FC Porto 11

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quarta-feira, outubro 29, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 6]


Após mais uma interrupção no campeonato nacional, que serviu essencialmente para a selecção nacional tomar plena consciência da sua mediocridade, chegámos finalmente à sexta jornada.
Nesta jornada a grande surpresa acabou por ser a vitória do Benfica na Luz – porque depois do banho de bola que levou do Penafiel para a Taça, e da exibição em Berlim, o mínimo que se esperaria era que a Naval fosse à Luz golear o Benfica. Mas como a bola é redonda e Deus não existe, a equipa da Luz, contra todas as probabilidades, conseguiu vencer a valorosa equipa da Figueira da Foz e ascender ao terceiro posto da classificação geral, distanciando-se do seu principal adversário, o Vitória de Guimarães.
O Fê Cê Pê, depois de ter sido vencido em casa pelo Dínamo de Kiev, recebeu o Leixões, e, para não destoar, voltou a ser derrotado. Acabou por perder a liderança para o Nacional e descer três lugares na classificação geral.
O meu Sporting, depois de uma exibição pobre mas de um resultado excelente na Ucrânia frente ao Shakhtar, deslocou-se à capital do móvel para ganhar 1 ponto (na perspectiva do adepto Dr. Jekyll) ou perder dois (na óptica do adepto Mr. Hyde). Com este resultado o Sporting subiu um lugar na classificação geral, e encontra-se a 1 ponto do Fê Cê Pê.

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terça-feira, outubro 07, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 5]


Depois de ter sido copiosamente batido pelo Arsenal, o Fê Quê Pê foi a Alvalade procurar sarar as feridas. E como quem procura sempre alcança, o campeão nacional foi feliz no jogo e ascendeu ao primeiro lugar da Liga Sagres depois de vencer o meu Sporting por dois a um. Este resultado foi o bastante para fazer esquecer os adeptos do Porto da mediania de Jesualdo Ferreira; mas ao contrário do que dizem algumas más-línguas, [ainda] não foi suficiente para convencer os adeptos do Sporting da mediocridade de Paulo Bento.
Para contrabalançar a derrota do Sporting, o Ésse Éle Bê voltou à sua normalidade: depois de ter vencido o Sporting e de uma boa exibição frente à Nápoles, deslocou-se ao Estádio do Mar para levar um autêntico banho de futebol do modesto Leixões. As papoilas saltitantes acabaram por ter a sorte do jogo do seu lado e o empate acabou por ser um mal menor.

Classificação:
1 - FC Porto 11
2 - Nacional 10
3 - E. Amadora 10
4 - Leixões 10
5 - Benfica 9
6 - Sporting 9

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segunda-feira, setembro 29, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 4]


A jornada começou na sexta-feira com uma vitória natural do Fê Quê Pê nas Antas sobre o Paços por duas bolas a zero. Porém, ao contrário do que se esperaria, a vitória do campeão nacional foi tirada a ferros – o que parece vir comprovar aquela teoria de que o Fê Quê Pê ainda não conseguiu colmatar as saídas de Paulo Assunção e Quaresma.
No sábado, como é sabido, houve derby na Luz. O Ésse Éle Bê lá conseguiu vencer o meu Sporting – e por duas bolas a zero para que não restassem dúvidas. O Sporting até entrou melhor no jogo mas deu sempre a sensação que tinha entrado em campo para não perder. Depois de sofrer o primeiro golo, o Sporting desapareceu de campo. Pelo contrário, a equipa do Benfica mostrou atitude durante os noventa [e tal] minutos, e acabou por merecer o resultado. A nação benfiquista entrou em delírio e instalou-se o foguetório por estas bandas. Também não era para menos: já não venciam o Sporting na Luz há um bom par de anos; e procuram gozar ao máximo este breve momento de êxtase pois já sabem que não tarda muito para terem de começar a apanhar as canas todas [uma por uma].
Apesar do mau resultado, o Sporting reparte agora a liderança com o Nacional e o Leixões.

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segunda-feira, setembro 22, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 3]

Imagem: Li Wei

Após um “ligeiro” interregno de 20 dias que serviu essencialmente para retirar o pouco ritmo de jogo entretanto adquirido a muito custo pelos jogadores das equipas nacionais; para alguns atletas fazerem mais umas quantas tatuagens sem colocar em risco a sua, já de si parca, condição física; e para que uns quantos jogadores do Benfica agravassem ainda mais as suas lesões; eis que chegou ao fim a terceira ronda do campeonato nacional.

Como first is first, o meu Sporting, depois de ter levado um banho de bola em Camp Nou, regressou a casa para derrotar, segundo consta, com alguma[s] facilidade[s], o Belenenses, por duas bolas a zero. Como não estamos habituados a benesses, suponho que o fiscal de linha se tenha esquecido que o Postiga já não era jogador do Fê Quê Pê. Somos fraquinhos fraquinhos fraquinhos, mas mesmo não estando a jogar nada, a verdade é que continuamos a amealhar todos os pontos em disputa no campeonato – e nestas andanças do futebol português o que se quer é pragmatismo [e quanto mais melhor].

Quanto ao Fê Quê Pê, depois de ter conseguido quebrar o enguiço na Champions League, foi perder mais dois pontinhos a Vila do Conde. É sempre interessante, útil [para a competitividade do campeonato], e muito bom sinal, ouvir o professor Jesualdo a queixar-se das arbitragens. Se bem me lembro, e ainda não há muito tempo, gabava-se de nunca as comentar. Como já dizia o “outro”: «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades».

Last but not the least, o Ésse Éle Bê foi a sensação da jornada ao conseguir uma “contundente” vitória na Mata Real frente ao sempre complicado Paços de Ferreira. Se as parangonas dos jornais desportivos foram o que foram depois daquele grandioso feito em Nápoles – ter conseguido estar pela primeira vez na presente época a vencer um jogo oficial durante cerca de 2 minutos –, imagino que depois do resultado de hoje o Benfica passe desde já a ser considerada a equipa com maior potencial para vencer a Liga Sagres, a Taça da Liga, a Taça de Portugal, a Taça UEFA, e até a sagrar-se Campeão Europeu – mesmo não tendo sido apurado para a Champions League. Para a semana, o glorioso, recebe em casa aquela equipa fraquinha fraquinha fraquinha que segue em primeiro lugar no campeonato e que ganhou o único troféu que os jornais já não podem atribuir ao glorioso nesta época: a Supertaça de Portugal.

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terça-feira, setembro 09, 2008

Benfica-Porto [Reloaded]

Após um empate a uma bola dentro de campo, fora das quatro linhas as duas equipas encontram-se empatadas a um pontapé para cada lado. A bola está agora na posse da Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

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terça-feira, setembro 02, 2008

Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 2]

No decorrer da presente época futebolística [2008/2009], vou procurar efectuar no GR, todas as semanas, uma análise às principais incidências de cada jornada. Procurarei, naturalmente, centrar as minhas observações nas prestações dos denominados três grandes. Não vou [sequer] procurar ser imparcial nas minhas considerações, quanto mais não seja, porque o meu sportinguismo militante nunca o permitiria.

Começando pela primeira jornada, e como já ouvi por aí dizer [coisa que não contesto], não houve qualquer surpresa: o “Glorioso” empatou a uma bola em Vila do Conde; o Porto obteve uma vitória caseira, por duas bolas a zero, frente ao tradicionalmente complicado Belenenses; e o meu Sporting bateu em Alvalade o recém promovido Trofense por três a zero um – com a equipa de arbitragem a inventar uma grande penalidade que deu origem ao único golo da aguerrida, mas débil, equipa forasteira.

No último fim-de-semana, à segunda jornada, tivemos o primeiro Clássico da época. O Benfica recebeu o Porto num jogo emotivo, que terminou empatado a uma bola. O momento mais animado da partida aconteceu quando um adepto benfiquista, vestido “a rigor”, se lembrou de entrar no relvado para “acariciar” a nuca do fiscal de linha mais à mão. Mas o jogo teve outras incidências que merecem ser comentádas: uma evidente agressão de Luisão a Sapunaru nos momentos iniciais da partida que passou despercebida à equipa de arbitragem; um eventual fora-de-jogo não assinalado no lance do penalty que acabou por dar origem ao golo do Fê Quê Pê; uma alegada grande penalidade sobre Di Maria que a equipa de arbitragem não marcou, e bem; e um cartão vermelho directo que ficou por mostrar a Nuno Gomes após entrada violenta sobre o mártir da partida, Sapunaru.
Neste jogo há ainda a destacar a excelente exibição de Cristián Rodríguez, protagonista da transferência mais polémica do defeso. O Cebola, apesar de ter jogado permanentemente sob um imenso coro de assobios, acabou por não acusar a pressão e de fazer jus à sua alcunha – deixando durante o jogo, lavados em lágrimas, milhares de adeptos benfiquistas.
Como melhor jogador em campo nomeio um dos atletas mais mal pagos dos dois clubes, o guarda-redes encarnado Quim. O pior jogador em campo foi o Grego Katsouranis, seguido de muito perto pelo guardião azul e branco, Hélton.
À posteriori, e face à inconsistência evidenciada até à data por esta equipa do Benfica, o resultado que mais teria interessado ao meu Sporting seria a derrota do Fê Quê Pê. Porém, apesar dos campeões nacionais terem mostrado um ligeiro ascendente no jogo, a igualdade a um golo acaba por se aceitar – e muito graças às já famosas invenções do professor Jesualdo. O Porto foi mais uma vez mal orientado, não sendo capaz de materializar em golos o maior ascendente que teve em alguns períodos do jogo, nem soube aproveitar o facto de o Benfica ter ficado reduzido a 10 jogadores após a expulsão de Katsouranis.

O Sporting, depois de uma descaracterizada exibição em Madrid, foi a Braga obter uma vitória difícil, com um golo marcado por um jogador que não tinha lugar no Porto. Foi uma vitória inteiramente merecida, onde marcou cedo e soube gerir com inteligência o precioso resultado até ao final da partida. Teve possibilidade de ampliar o resultado, mas a derrota do Braga por mais de um golo também acabaria por não espelhar a verdade do jogo.
Apesar de não possuir [como outros] nos seus quadros os melhores preparadores físicos do Mundo, gostei bastante da condição física evidenciada pelos jogadores verde e brancos nesta altura da época.
Como melhor jogador em campo elejo o sportinguista Abel, que fez uma exibição surpreendentemente [confesso] espantosa. Quanto ao pior jogador no relvado não tenho qualquer dúvida em apontar o arsenalista João Pereira. Aquela entrada maldosa [e perigosa] sobre o Moutinho fez-me de imediato recordar um já famoso derby onde este mesmo jogador [que à época envergava o camisola do Benfica] simulou uma agressão inexistente que iludiu o árbitro e que levou à expulsão do sportinguista Hugo Viana.

Estamos somente na segunda jornada, ainda muita água vai correr por debaixo da ponte. Mas a inequívoca vitória na Supertaça; dois jogos no campeonato e seis pontos – com quatro de avanço sobre o Ésse Éle Bê e dois sobre o Fê Quê Pê –, não me parecem nada mau para uma equipa que tem um orçamento incomensuravelmente inferior aos seus principais rivais.

Outra das excelentes notícias da semana foi a efectivação da esperada transferência de Quaresma para o Inter. Confesso que me custou ver este jogador criado em Alvalade, vestido com as cores do Fê Quê Pê nas últimas épocas. Julgo que o próprio jogador, naturalmente, também nunca se sentiu confortável com a camisola de azul e branca. Apesar de ter sido um jogador determinante em muitas vitórias do Porto, acaba por sair do clube, aparentemente, mal-amado pelos adeptos, pela estrutura técnica e até pelos dirigentes. O que me parece é que o desempenho pouco conseguido pelo Porto neste início de época tem muito a ver com a “exclusão” de Quaresma da equipa principal.

Para terminar, e como este texto já vai longo, resta-me fazer uma breve referência à sorte dos três grandes nas competições europeias. Na Liga dos Campeões, o Porto e o Sporting acabaram por ter bastante sorte no sorteio. Não são grupos fáceis [não há jogos fáceis na Champions], mas tendo em conta as equipas que podiam ter saído na rifa, os dois clubes não se podem queixar. Já na Taça UEFA, o Benfica acabou por ter bastante azar logo na primeira ronda da competição. É verdade que não se trata da Nápoles de Maradona, mas as nossas equipas têm tradicionalmente bastantes dificuldades no confronto com as formações italianas. Temo que o Benfica tenha de adiar para o próximo ano as tais transmissões em exclusivo dos jogos da Taça UEFA no novo canal televisivo por cabo do clube.

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