Prognósticos só depois dos jogos [Jornada 3]
Imagem: Li WeiApós um “ligeiro” interregno de 20 dias que serviu essencialmente para retirar o pouco ritmo de jogo entretanto adquirido a muito custo pelos jogadores das equipas nacionais; para alguns atletas fazerem mais umas quantas tatuagens sem colocar em risco a sua, já de si parca, condição física; e para que uns quantos jogadores do Benfica agravassem ainda mais as suas lesões; eis que chegou ao fim a terceira ronda do campeonato nacional.
Como first is first, o meu Sporting, depois de ter levado um banho de bola em Camp Nou, regressou a casa para derrotar, segundo consta, com alguma[s] facilidade[s], o Belenenses, por duas bolas a zero. Como não estamos habituados a benesses, suponho que o fiscal de linha se tenha esquecido que o Postiga já não era jogador do Fê Quê Pê. Somos fraquinhos fraquinhos fraquinhos, mas mesmo não estando a jogar nada, a verdade é que continuamos a amealhar todos os pontos em disputa no campeonato – e nestas andanças do futebol português o que se quer é pragmatismo [e quanto mais melhor].
Quanto ao Fê Quê Pê, depois de ter conseguido quebrar o enguiço na Champions League, foi perder mais dois pontinhos a Vila do Conde. É sempre interessante, útil [para a competitividade do campeonato], e muito bom sinal, ouvir o professor Jesualdo a queixar-se das arbitragens. Se bem me lembro, e ainda não há muito tempo, gabava-se de nunca as comentar. Como já dizia o “outro”: «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades».
Last but not the least, o Ésse Éle Bê foi a sensação da jornada ao conseguir uma “contundente” vitória na Mata Real frente ao sempre complicado Paços de Ferreira. Se as parangonas dos jornais desportivos foram o que foram depois daquele grandioso feito em Nápoles – ter conseguido estar pela primeira vez na presente época a vencer um jogo oficial durante cerca de 2 minutos –, imagino que depois do resultado de hoje o Benfica passe desde já a ser considerada a equipa com maior potencial para vencer a Liga Sagres, a Taça da Liga, a Taça de Portugal, a Taça UEFA, e até a sagrar-se Campeão Europeu – mesmo não tendo sido apurado para a Champions League. Para a semana, o glorioso, recebe em casa aquela equipa fraquinha fraquinha fraquinha que segue em primeiro lugar no campeonato e que ganhou o único troféu que os jornais já não podem atribuir ao glorioso nesta época: a Supertaça de Portugal.
Como first is first, o meu Sporting, depois de ter levado um banho de bola em Camp Nou, regressou a casa para derrotar, segundo consta, com alguma[s] facilidade[s], o Belenenses, por duas bolas a zero. Como não estamos habituados a benesses, suponho que o fiscal de linha se tenha esquecido que o Postiga já não era jogador do Fê Quê Pê. Somos fraquinhos fraquinhos fraquinhos, mas mesmo não estando a jogar nada, a verdade é que continuamos a amealhar todos os pontos em disputa no campeonato – e nestas andanças do futebol português o que se quer é pragmatismo [e quanto mais melhor].
Quanto ao Fê Quê Pê, depois de ter conseguido quebrar o enguiço na Champions League, foi perder mais dois pontinhos a Vila do Conde. É sempre interessante, útil [para a competitividade do campeonato], e muito bom sinal, ouvir o professor Jesualdo a queixar-se das arbitragens. Se bem me lembro, e ainda não há muito tempo, gabava-se de nunca as comentar. Como já dizia o “outro”: «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades».
Last but not the least, o Ésse Éle Bê foi a sensação da jornada ao conseguir uma “contundente” vitória na Mata Real frente ao sempre complicado Paços de Ferreira. Se as parangonas dos jornais desportivos foram o que foram depois daquele grandioso feito em Nápoles – ter conseguido estar pela primeira vez na presente época a vencer um jogo oficial durante cerca de 2 minutos –, imagino que depois do resultado de hoje o Benfica passe desde já a ser considerada a equipa com maior potencial para vencer a Liga Sagres, a Taça da Liga, a Taça de Portugal, a Taça UEFA, e até a sagrar-se Campeão Europeu – mesmo não tendo sido apurado para a Champions League. Para a semana, o glorioso, recebe em casa aquela equipa fraquinha fraquinha fraquinha que segue em primeiro lugar no campeonato e que ganhou o único troféu que os jornais já não podem atribuir ao glorioso nesta época: a Supertaça de Portugal.
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