Estado providência versus Estado mínimo
As diversas políticas públicas apelam à eficácia, flexibilidade, mobilidade, competência e produtividade dos trabalhadores da função pública*.
A mensagem subliminar é altruísta: as bases terão de ser eficazes e responsabilizadas pela boa gestão do dinheiro público.
A crise é profunda, os dinheiros públicos deverão ser geridos de uma forma saudável e acima de toda a suspeita.
O panorama no topo é algo angustiante**, um exemplo:
- Dias Loureiro é conselheiro de Estado, foi governante e pertenceu a um banco privado recentemente nacionalizado e cujas práticas de gestão parecem altamente discutíveis. Dias Loureiro não quer ser o bode expiatório de uma presidência cuja gestão foi eficaz, eficiente, flexível e altamente produtiva a lesar o Estado e os seus contribuintes (BPN). Dias Loureiro poderá ter razão e ser vítima de sabe-se lá o quê. Não me parece possível ignorar-se o seguinte: para que serão os políticos nomeados para cargos que não exercem, pelo menos com competência? serão os políticos nomeados para esses cargos como forma de compensação do trabalho anteriormente realizado?
A estratégia de gestão do Estado mínimo é cada vez mais evidente:
- Estado mínimo para a maioria, mas quanto à minoria*** mais do mesmo.
* - A avaliação do desempenho é uma das suas fórmulas mágicas. Uma espécie de fórmula científica para legitimar despedimentos.
** - Ciclicamente e mudando a cor da camisola do protagonista.
*** - Políticos e as suas redes de contactos nas diversas áreas da actividade económica.
A mensagem subliminar é altruísta: as bases terão de ser eficazes e responsabilizadas pela boa gestão do dinheiro público.
A crise é profunda, os dinheiros públicos deverão ser geridos de uma forma saudável e acima de toda a suspeita.
O panorama no topo é algo angustiante**, um exemplo:
- Dias Loureiro é conselheiro de Estado, foi governante e pertenceu a um banco privado recentemente nacionalizado e cujas práticas de gestão parecem altamente discutíveis. Dias Loureiro não quer ser o bode expiatório de uma presidência cuja gestão foi eficaz, eficiente, flexível e altamente produtiva a lesar o Estado e os seus contribuintes (BPN). Dias Loureiro poderá ter razão e ser vítima de sabe-se lá o quê. Não me parece possível ignorar-se o seguinte: para que serão os políticos nomeados para cargos que não exercem, pelo menos com competência? serão os políticos nomeados para esses cargos como forma de compensação do trabalho anteriormente realizado?
A estratégia de gestão do Estado mínimo é cada vez mais evidente:
- Estado mínimo para a maioria, mas quanto à minoria*** mais do mesmo.
* - A avaliação do desempenho é uma das suas fórmulas mágicas. Uma espécie de fórmula científica para legitimar despedimentos.
** - Ciclicamente e mudando a cor da camisola do protagonista.
*** - Políticos e as suas redes de contactos nas diversas áreas da actividade económica.
Etiquetas: Elisabete no mundo das fadas, Na Caverna de Platão



