quarta-feira, novembro 19, 2008

A Divina Tragicomédia


O que se diz que MFR disse:
“Eu não acredito em reformas quando se está em democracia, quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia.”

O que se diz que MFR queria dizer:
“Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia (quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia).”

O que MFR acabou por dizer:
“Quero deixar perfeitamente claro junto de todos aqueles escassos portugueses que ainda acreditavam em mim que não tenho, nem nunca tive, qualquer jeito para a política e que não estou minimamente interessada em vencer qualquer eleição que não seja aquela de saber quem é capaz de dizer o maior número de disparates no menor espaço de tempo. Apesar de ser evidente que não tenho quaisquer condições para liderar o PSD, e ainda menos o país, não me quero ir embora sem tentar acabar de vez com o pouco que ainda resta deste partido e procurar continuar a descredibilizar totalmente os [ex] fervorosos apoiantes da minha candidatura.”

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