sexta-feira, maio 25, 2007

Mil e tal razões para se gostar de Cinema

A primeira impressão é importante. A maioria das vezes é mesmo determinante. Se não gostamos de alguém no primeiro contacto que estabelecemos, dificilmente alteramos a nossa opinião. Mas como em [quase] tudo: não há regra sem excepção.

Até ter protagonizado o Titanic em 1977 – filme que detestei –, já o tinha visto em algumas “películas”, mas nada que me convencesse. Depois de Titanic comecei a evitar visionar todo e qualquer filme em que ele participasse. Em 2002, após muita insistência de um amigo, acabei por ir ver o Gangs of New York – e comecei a achar que afinal também não era assim tão mau como eu o pintava. O The Aviator e o The Departed provaram que o rapaz até tem algum jeito para a coisa. Em Blood Diamond… convenceu-me completamente: o filme é extraordinário e a interpretação de Leonardo Wilhelm DiCaprio, soberba.

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sexta-feira, maio 04, 2007

Os filmes da minha vida

Estive a pensar melhor sobre este assunto e concluí que muitos dos filmes que considero inesquecíveis, não coincidem exactamente com os mesmos que nomearia, se tivesse de eleger as melhores obras-primas cinematográficas de todos os tempos.

O primeiro filme a que me lembro de assistir foi... o "Bambi", da Walt Disney. Recordo-me perfeitamente de, no final da matiné, quando as luzes da sala se acenderam, me ter sentido extremamente embaraçado por não conseguir conter as lágrimas – experiência nefasta que repeti, pela “última vez”, alguns anos mais tarde, no “Kramer vs. Kramer”. Isto não significa que desde desses remotos tempos até aos dias de hoje, os meus olhos, por vezes, não se embaciem ligeiramente – mas nada que não consiga disfarçar com um leve bocejo contrafeito.

E já que estou a falar em emoções cinematográficas, fortes, não posso deixar de destacar cinco filmes que me deixaram completamente a-t-e-r-r-o-r-i-z-a-d-o: “Exorcista”, “Shining”, “Rosemary's Baby”, “Psycho”, e [last but not least] “Tubarão”. Este último, deixou-me de tal modo impressionado, que me “obrigou” a passar todo aquele Verão a chapinhar junto à beira-mar. Felizmente, tudo isto se passou no mesmo Verão em que vi o “Grease”, logo, todas as energias que poupei na praia foram aplicadas, até à exaustão, a cantar e a dançar o "Summer Nights" e o "Greased Lightnin'".

Mas ainda existe aquela categoria de filmes que, para além de serem inesquecíveis, também são, simultaneamente, obras-primas da «sétima arte». Nesta classe, o primeiro filme que me lembro sempre de mencionar é, “Lawrence of Arabia”. O tema, o argumento, a fotografia e a arrebatadora interpretação de Peter O’Toole, fazem deste épico um dos meus filmes de eleição. Não tenho qualquer dúvida em afirmar que “Lawrence of Arabia” é o filme que mais vezes visionei, chegando mesmo a superar [embora à tangente] o celebérrimo, “Música no Coração”.

Mais "recentes", mas ainda na categoria de filmes inesquecíveis/obras-primas, são de referência obrigatória: “Pulp Fiction”, “Magnolia”, “American Beauty”, "Crash", e "The Prestige".

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