sábado, junho 06, 2009

Dona Melancia no mundo da Twittosfera

Dona Melancia - Meu bem, 'cê assistiu a fenómeno?
Dom Melão - Bota fenómeno nisso, benzinho!
Dona Melancia - A conta de Nancy no Twitter foi deletada, será que alguém pretendeu lhe fazer um favor?
Dom Melão - 'Cê me desculpe, benzinho, mas tou baita agitado com vitória de seu Bettencourt.
Dona Melancia - Sinceramente, meu bem, eu acho isso fenómeno extraterrestre, combinação atmosférica ou mãozinha invisível.
Dom Melão -...uma curva belíssima... la, la, la
Dona Melancia - ...enfim fenómeno atmosférico também poderá invadir blogosfera, é seu Miguel tem sua razão.
Dom Melão - Sporting nasceu um dia/Sob o signo do leão/Nós aprendemos a amá-lo/E a trazê-lo no coração/Rapaziada oiçam bem o que eu lhes digo/E gritem todos comigo/Viva ao Sporting!
Dona Melancia pintando unha - ...é, benzinho, twitter é uma rede social meio Stromp.

Nota a posteriori - Este "post" apenas pretende brincar com dois factos: o misterioso desaparecimento da minha página no Twitter, provavelmente por algum motivo cuja compreensão me escapa; e a euforia noticiosa que envolve a eleição do novo presidente do Sporting.
O Sporting Club de Portugal nunca se afastará do meu horizonte pessoal, pois traz-me à memória duas pessoas que sempre fizeram questão de reabastecer a sua amizade através de uma conflitualidade clubística. É uma espécie de revitalização e diálogo entre factos do passado e do presente.

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sábado, março 14, 2009

Agrilhoados à Literatura


Como na minha mesa-de-cabeceira só tinha dois livros de poesia com menos de 161 páginas e um outro de fotografia, fui forçado a virar-me para outra cabeceira porque não queria ser acusado de quebrar uma corrente literária blogosférica à qual fui simpaticamente agrilhoado pela Teresa Ribeiro. Porém, quando abri o livro na página 161 e comecei a ler a quinta frase, verifiquei que estava a ler precisamente o mesmo livro que a Teresa: Estrela Errante de J.M.G. Le Clézio. Passei de imediato ao plano três. Desloquei-me ao escritório e retirei da quinta prateleira da quinta estante, o quinto livro. Passo então a transcrever a quinta frase da página 161 de Morreram pela Pátria de Cholokov: Sou como me fizeram – replicou Nekrassov com um breve suspiro – e não serás tu que me mudarás, visto que chegas um bocado tarde e não vejo nada de extraordinário naquilo que digo.
Como qualquer corrente blogosférica que se preze deve ser constituída por aros suficientemente resistentes, passo a encadear nesta corrente o António de Almeida, a DPMadre, o Luís Rodrigues, a Luna, e a Rita Barata Silvério.

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