quinta-feira, maio 17, 2007

Uma candidatura ao dispor

Não me parece correcta a inserção de independentes nas autarquias.

O povo está farto de não-conflitos partidários, o mestre soube ler-nos nas entrelinhas, daí a mestria, e toca de nos oferecer um dependente.

Para este post não se tornar ofensivo, nem politicamente incorrecto, diria que um dependente é uma pessoa que depende de alguém para aspirar a um cargo.

Os dependentes são todas as segundas linhas dos partidos.

Aqueles que aspiram um dia à chefia máxima da dependência: a independência.

Ora bem, mas, mais uma vez, para clarificarmos este post, diríamos que não é ofensivo ser-se assim independente.

Independência quer dizer, neste caso preciso, o gestor das dependências.

Até porque, é importante não esquecer, um dependente tem a mania das dependências e se a dependência é a palavra mágica dos dependentes, temos de saber lidar com ela.

Assim, a partir de hoje, eu, como independente do PND*, candidato-me sem medos.

Ora venham lá os dependentes, Ora venham!

PND – Partido dos Não Dependentes

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terça-feira, maio 15, 2007

Cenário Negrão para o PSD em Lisboa

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