Uma candidatura ao dispor
Não me parece correcta a inserção de independentes nas autarquias.
O povo está farto de não-conflitos partidários, o mestre soube ler-nos nas entrelinhas, daí a mestria, e toca de nos oferecer um dependente.
Para este post não se tornar ofensivo, nem politicamente incorrecto, diria que um dependente é uma pessoa que depende de alguém para aspirar a um cargo.
Os dependentes são todas as segundas linhas dos partidos.
Aqueles que aspiram um dia à chefia máxima da dependência: a independência.
Ora bem, mas, mais uma vez, para clarificarmos este post, diríamos que não é ofensivo ser-se assim independente.
Independência quer dizer, neste caso preciso, o gestor das dependências.
Até porque, é importante não esquecer, um dependente tem a mania das dependências e se a dependência é a palavra mágica dos dependentes, temos de saber lidar com ela.
Assim, a partir de hoje, eu, como independente do PND*, candidato-me sem medos.
Ora venham lá os dependentes, Ora venham!
PND – Partido dos Não Dependentes
Etiquetas: Elisabete no mundo das fadas, Precisam-se candidatos para a CML e não para o Ministério da Administraçăo Interna, Prognósticos só depois das eleições

2 Comments:
"Ora bem, mas, mais uma vez, para clarificarmos este post, diríamos que não é ofensivo ser-se assim independente."
Sempre a baralhar os clientes ... um gajo para entender estes posts tem que ter três posgraduações em filosofia. No meu caso são também precisos dois psiquiatras mas isso é outra história ...
Não imaginas o qto eu tb estou baralhada com este post. E eu, q'até nem sou uma entusiasta do Pessoa, como, por vezes, o compreendo...
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