quarta-feira, abril 28, 2010

Os abutres têm fome


Nesta aventura desenfreada e anárquica que se desenrola no Mundo Ocidental nos inícios do século XXI, Clint Eastwood vive a pele de um mercenário de uma agência de rating que defende um ancião à mercê de outros agressores. Mais tarde, descobre que este encontro casual foi um golpe de sorte, já que o velhote sabe muito acerca de outros idosos que ele pretende combater.


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sexta-feira, maio 18, 2007

«My name is John Ford, and I make westerns!»

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sexta-feira, maio 11, 2007

O primeiro filme de ficção científica


Georges Méliès: Le Voyage dans la Lune (1902)

«Os mass media são genealógicos e não têm memória, embora as duas características devessem ser incompatíveis reciprocamente. São genealógicos porque neles cada nova invenção produz imitações em cadeia, produz uma espécie de linguagem comum. Não têm memória porque, uma vez produzida a cadeia de imitações, já ninguém pode recordar quem é que começou, e confunde-se facilmente o fundador com o último dos netinhos. Além disso os media aprendem, e portanto as naves de A Guerra das Estrelas, que nascem sem vergonha das de Kubrick, são mais complexas e atendíveis do que o próprio fundador, de modo que o fundador parece o seu imitador.»

Umberto Eco, L’Espresso, 22 de Maio de 1983

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terça-feira, maio 01, 2007

Lumière: Chegada de um Comboio

A estreia do cinematógrafo teve lugar a 28 de Dezembro de 1895 na cave do Grand Café de Paris, no boulevard des Capucines. Nesse memorável dia, os irmãos Lumière oficializaram a nova arte com a primeira projecção pública e paga de cinema – 1 franco por bilhete. Não era a primeira vez que se viam imagens em movimento projectadas num ecrã, mas até então nunca a noção de filme, completo, estruturado, contando por vezes uma história, se tinha imposto com tanta evidência.

Apesar da simplicidade dos processos cinematográficos da época, reza a estória que a primeira grande emoção perante um ecrã foi suscitada por L'Arrivée d'un train à la Ciotat, projectada em Janeiro de 1896. O efeito sobre o público foi surpreendente: os espectadores, convencidos que o comboio os iria esmagar, entraram em pânico e atiraram-se para debaixo dos seus assentos.

Oito décadas mais tarde, tive mais ou menos a mesma reacção ao assistir na primeira fila ao filme Orca, de Dino de Laurentis.

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