quarta-feira, março 07, 2007

Bloco de Notas

1 - Dois anos de avaliação negativa na função pública dá direito a despedimento, título bombástico do diário digital de hoje.
Ele há medidas que eu gostaria tanto de acompanhar.
O páragrafo final do artigo é, no entanto, o mais esclarecedor:

"e de acordo com este jornal, o ministro Teixeira dos Santos reconhece que a nova medida depende da aplicação do sistema de avaliação de desempenho que será revisto «em breve», para vigorar também em 2008."


Ai é? Sinceramente... e o "povinho" pensando que não.


2 - A administração americana fez um relatório sobre os direitos humanos em Portugal.
Segundo o relatório, as prisões não têm condições e os presos são, algumas vezes, maltratados.
Afinal ao que parece ele há prisões mais legitimamente desumanas do que outras...

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domingo, março 04, 2007

António Barreto e o país real (I)

António Barreto é, de todos os cronistas, o que eu mais admiro.
Apesar de lhe reconhecer uma ideologia, reconheço-lhe, igualmente, um esforço de pensamento para além de..., daí o meu apreço pelas suas palavras.
Sempre apreciei quem pensa para além de espartilhos.
Estou, por isso, ansiosa pela estreia do programa da RTP "Portugal, um retrato social", até porque me parece, também, que Barreto não teme os diversos actores da peça de teatro "Como se tornar um corporativista".
A corrupção de maneira geral é um problema grave para qualquer país, e só quem ainda não viveu no estrangeiro é que não percebeu que obter algo por vias ilícitas é um problema humano e tanto mais problemático se o mesmo se instala, saborosamente, como prática corriqueira.
Se, por exemplo, A, do partido X, fez? porque não eu, do partido Y, também não?
Ao contrário do que alguns partidos de esquerda pretendem fazer crer, a corrupção não é um problema da direita ou do centro, a corrupção é um problema de qualquer político, tanto mais problemático se o mesmo se mantiver demasiado tempo no exercício das suas funções. Cheguem, por exemplo, a Felgueiras e perguntem aos opositores da autarca arguida como era a sua postura no primeiro mandato. Parece-me, por isso, óbvio que qualquer autarca deveria estar impedido de se recandidatar pela quarta vez. Para bem dele e de todos nós.
Apesar de todos nós sabermos que existem autarcas e autarcas.
Foto: google images

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quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Agora é que vão ser elas!!!

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