sábado, maio 10, 2008

O pecado mora ao lado

Quando a gestão se tornar no modelo de todas as instituições, teremos qualquer coisa como a famosa gestão por objectivos aplicada a todos os ramos do funcionalismo público.

Descansem, ainda estamos muito longe disso, Pedro Passos Coelho é quem no-lo diz, quando defende que reduzirá o estado a estado mínimo no prazo de 10 anos.

Até lá, as medidas do actual governo de: encerramento de instituições públicas no interior, encerramento de escolas, encerramento do pequeno comércio (e as hilariantes não metas da ASAE) e encerramento das urgências dos centros de saúde, são medidas de estado máximo.

Aqui a maximização deverá ser encarada como: melhor educação, melhor justiça, melhor saúde e a salvaguarda da competitividade do pequeno comércio.

Portanto, faz todo o sentido o pensamento inovador do candidato à liderança do PSD.


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quinta-feira, maio 31, 2007

Colecções de Cromos [1]

«Vale a pena ler um "livrinho", publicado pela candidatura do dr. António Costa, que revela a lista dos nomes que integram a sua comissão de honra. (…) Uma pessoa começa a ler o tal "livrinho" e lá estão os mesmos nomes de sempre, os escritores consagrados, os jornalistas do costume, os empresários de sucesso, os advogados do poder, os artistas mais variados, o grão-mestre da Maçonaria, alguns políticos necessitados e o mais que vier à rede, numa lista que está, ao que parece, em actualização permanente. Se o resultado das sondagens se mantiver, é natural que, em Julho, o dr. António Costa possa publicar a sua comissão de honra, em fascículos, depois de ter reunido à sua volta todo o jet set do regime.
Como é óbvio, nenhum destes apoiantes conhece o programa do candidato que apoia. Por uma razão simples: o candidato ainda não tem programa. Em contrapartida, tem sérias hipóteses de vencer - o que facilita a adesão e faz subir o entusiasmo. Poder-se-ia dizer que, independentemente, do programa, a personalidade do candidato, só por si, oferecia as garantias necessárias. Infelizmente, a personalidade do dr. António Costa é um enigma. Ninguém sabe bem por que é que resolveu sair do Governo, onde se notabilizou pelo poder que conseguiu concentrar. Muito menos o que vai fazer para a Câmara de Lisboa, onde pretende ficar nos próximos seis anos. Porque tem um projecto para a cidade? Não se conhece. Porque se cansou de ser ministro? Não é provável. Porque pretende substituir o eng. Sócrates à frente do partido quando a oportunidade surgir? Não é suficiente.(...)»


Constança Cunha e Sá, O jet set do regime, Público, 31 Maio 2007

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domingo, maio 20, 2007

Um dia de domingo

Gosto de acordar e ouvir as pingas de chuva refastelando a terra, numa de pedir licença aos dias de Primavera. É uma espécie de:
Chuva - 'Cê dá licença?
Primavera - Eu dou, meu bem, mas 'cê precisa saber que seu tempo é curto.
Chuva - Meu bem, 'cê entende essa estação d'uma forma um tanto parcial, não?
Primavera - Benzinho, sai de cima, eu hoje tou de mau humor.
Chuva - Saio de cima? Ele há estação um tanto ou quanto acidazinha.
Primavera - ...*

* eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar!

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quinta-feira, maio 17, 2007

Cromos repetidos

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