Um dia de domingo
Gosto de acordar e ouvir as pingas de chuva refastelando a terra, numa de pedir licença aos dias de Primavera. É uma espécie de:
Chuva - 'Cê dá licença?
Primavera - Eu dou, meu bem, mas 'cê precisa saber que seu tempo é curto.
Chuva - Meu bem, 'cê entende essa estação d'uma forma um tanto parcial, não?
Primavera - Benzinho, sai de cima, eu hoje tou de mau humor.
Chuva - Saio de cima? Ele há estação um tanto ou quanto acidazinha.
Primavera - ...*
* eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar!
Chuva - 'Cê dá licença?
Primavera - Eu dou, meu bem, mas 'cê precisa saber que seu tempo é curto.
Chuva - Meu bem, 'cê entende essa estação d'uma forma um tanto parcial, não?
Primavera - Benzinho, sai de cima, eu hoje tou de mau humor.
Chuva - Saio de cima? Ele há estação um tanto ou quanto acidazinha.
Primavera - ...*
* eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar! eu tou aprendendo a calar!
Etiquetas: Assim nunca mais acabo o raio da caderneta, O mês dos humores

2 Comments:
Pre mim, detesto chuva ao domingo
Por mim, detesto chuva ao domingo
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