A chapadita de Scolari
Sou o género de rapariga socialmente correcta.
Socialmente ouço as maiores barbaridades e mantenho-me neutra.
Não sei o que acontece comigo quando estou a socializar, torno-me verdadeiramente sociável e nada dessa história assertiva que nos vendem os técnicos da psicologia comportamental.
Tenho uma paciência de Jó.
Por vezes, sinto que a maior parte das pessoas precisa da vida social para despejar um pouco de vida, há nelas vida a mais.
Como sou muito tímida limito-me a fazer o meu melhor: ouvir.
E faço um sucesso.
Apesar de, no dia seguinte, a senhora Y, dificilmente se lembrar de mim, pois tratou de despejar a sua vida e seguiu viagem.
Enfim, é algo que precisamos de fazer, de vez em quando, quando a vida se enche de nós.
Eu gosto imenso de ouvir as pessoas.
E ouço história engraçadíssimas de agricultores, produtores, trabalhadores fabris, etc, pessoas comuns, com vidas comuns, verdadeiramente submersas na realidade.
A última que ouvi, e com a qual concordo plenamente, é a seguinte:
Manel da Azenha - Vossemecês já viram estes gajos? Ganham uns tostões e empatam um jogo de m* com estas pilecas?
João da Pipa - É verdade!, c*, fdp*, precisavam era d'uma cavadela, dava-lhes cá um portento ao corpanzil, aprendiam a jogar num instantâneo.
Fausto do Acordeão - Vocês viram a lambada qu'o Scolari pregou ao gajo?
Manel da Azenha - Lambada? Atão o homem deu-lhe uma chapadita, c'um raio. Qual é o problema? Cambada de mariconços! e um homem é de ferro?
Socialmente ouço as maiores barbaridades e mantenho-me neutra.
Não sei o que acontece comigo quando estou a socializar, torno-me verdadeiramente sociável e nada dessa história assertiva que nos vendem os técnicos da psicologia comportamental.
Tenho uma paciência de Jó.
Por vezes, sinto que a maior parte das pessoas precisa da vida social para despejar um pouco de vida, há nelas vida a mais.
Como sou muito tímida limito-me a fazer o meu melhor: ouvir.
E faço um sucesso.
Apesar de, no dia seguinte, a senhora Y, dificilmente se lembrar de mim, pois tratou de despejar a sua vida e seguiu viagem.
Enfim, é algo que precisamos de fazer, de vez em quando, quando a vida se enche de nós.
Eu gosto imenso de ouvir as pessoas.
E ouço história engraçadíssimas de agricultores, produtores, trabalhadores fabris, etc, pessoas comuns, com vidas comuns, verdadeiramente submersas na realidade.
A última que ouvi, e com a qual concordo plenamente, é a seguinte:
Manel da Azenha - Vossemecês já viram estes gajos? Ganham uns tostões e empatam um jogo de m* com estas pilecas?
João da Pipa - É verdade!, c*, fdp*, precisavam era d'uma cavadela, dava-lhes cá um portento ao corpanzil, aprendiam a jogar num instantâneo.
Fausto do Acordeão - Vocês viram a lambada qu'o Scolari pregou ao gajo?
Manel da Azenha - Lambada? Atão o homem deu-lhe uma chapadita, c'um raio. Qual é o problema? Cambada de mariconços! e um homem é de ferro?
Etiquetas: Chapaditas, Um homem não é de ferro



