Se porventura tivesse voto na matéria, não teria qualquer dúvida:
Mendes é um cinzentão pardacento, super enfadonho, hiper melancólico e mega monocórdico – entre muitas outras coisas que não são, por ora, para aqui chamadas. Menezes… bem,
Menezes não sei exactamente bem o que é, porém, seja lá o que o homem for, agrada-me desde já o alvoroço provocado pela sua mera candidatura à liderança do partido social democrata; e, mesmo sabendo que até se pode estar a correr o risco daquilo ruir de vez, a verdade é que o PSD está mesmo a precisar dum abanão, e dos fortes – nunca inferior a 8,9 [na escala de Richter].
A minha última esperança é que Menezes consiga ultrapassar todos os obstáculos fomentados atempadamente pelos apoiantes da candidatura de Marques Mendes e consiga convencer a maioria das hostes “sociais-democratas” que [para além de visivelmente maior] é melhor que Marques Mendes. Não vai ser nada fácil [a parte de ser melhor], mas caso venha a ser bem sucedido basta-me que Menezes consiga transpor uma agitação similar para a vida política nacional.