A propósito da Festa da Música que decorre este mês no GR, e como música para mim é Rock n'roll, vou procurar usufruir desta conjuntura para fazer a apologia dos subgéneros do Rock que mais aprecio: Hard Rock, New Wave of British Heavy Metal, Glam Rock, Grunge, Thrash Metal, Gothic Rock, Funk Metal, Indie-Rock, New Metal, Metal Industrial, Punk Rock, e Pop Punk.
Vão ser, evidentemente, posts com um som bastante pesado (hard): muitos decibéis, distorção q.b., ritmos velozes, riffs de guitarra ensurdecedores, solos intermináveis, vozes poderosas, e músicos virtuosos. Como o Rock [ao contrário dos Zecas Afonsos da nossa praça] é um estilo universal que não é propriedade ideológica de ninguém, também vão ser posts repletos de estórias de glamour, glória, decadência, rebeldia, mas também algumas estórias trágicas.
A primeira banda que aqui vou trazer, foi o primeiro grupo de Hard Rock que conheci, e tem na sua história (de mais de 30 anos) um pouco disto tudo. Já venderam mais de 150 milhões de discos, e os seus espectáculos ao vivo continuam a arrastar uma legião incondicional de fãs. Em 1980 perderam o seu vocalista (Bon Scott), mas no final desse mesmo ano editaram um dos álbuns mais vendidos do planeta: Back in Black. Quer se goste ou não, é impossível ficar indiferente ao ritmo electrizante dos australianos “Acca Dacca”, mais conhecidos mundialmente como, AC/DC: