Os não-praticantes
Numa coisa o Papa Ratzinger [como gosto de lhe chamar] tem toda a razão. Só se devem declarar católicos aqueles [escassos] que acreditam e praticam o catolicismo no seu dia-a-dia. Esta coisa [muito portuguesa] de andarmos sempre a dizer que somos e acreditamos numa coisa mas não a praticamos não tem qualquer lógica. A não ser que queiramos reduzir o catolicismo ao simples sacramento baptismal; tal como o “nosso” primeiro-ministro vem reduzindo o socialismo à compra na FNAC de um ou dois livros de Karl Marx para ornamentar uma prateleira mais vazia lá do escritório.
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