Segundo uma determinada
Banca estes são os títulos dos jornais de hoje:
"Polícia vai escoltar camiões para garantir gasolina" - Diário de Notícias;
"Bloqueio seca bombas de gasolina e esvazia prateleiras" - Jornal de Notícias;
"Gasolina e supermercados perto da ruptura" - Público;
"Bombas de gasolina estão sem combustíveis" - Primeiro de Janeiro;
"Morte na estrada enfurece Sócrates" - Correio da Manhã;
"Camionista morre atropelado mas paralisação vai continuar" - Destak;
"Razões do sucesso" versus "Protestos continuam na estrada" - Metro.
JPP no Abrupto falou na ilegalidade da paralisação e algures na corrente de alienação.
Curiosamente a massa medíocre alienada e pouco educada está do lado dos camionistas.
Como é que os habitantes de um determinado estado, fundado na legalidade, se encontram mais preparados para se moverem no mundo da ilegalidade?
Se legalidade é, para alguns mortais, estar dentro da lei, é, para outros, estar dentro da lei rodeado de escritórios de advogados que interpretam a lei a favor de "uma determinada causa" (Miguel Sousa Tavares, Expresso, 8/06/2008, falou-nos sobre um determinado tipo de legalidade a de Joe Berardo, por exemplo).
Legalidade pode ser, portanto, tão (in)oportuna quanto a ilegalidade.
* - e o 24 horas ganhou o prémio
"Meu Deus, estou grávida! Mas, quem é o pai?".