A apologia do trabalho
"Ir para a escola? Ele precisa é de trabalhar!"
Este tipo de mentalidade ainda é frequente na população que me rodeia. Escola não significa estudar, fazer e exercitar. Escola significa aturar professores chatos, auxiliares autoritários e amigos "fixolas".
Os anos vão passando e continuamos instalados no fenómeno avestruz.
Os professores lamentam-se, os pais lamentam-se, os governos lamentam-se e os alvos desta choradeira ilimitada, os educandos, divertem-se à brava enquanto são adolescentes e retomarão, tão breve quanto o possível, ao seu lugar charneira de digníssima autoflagelação.
Há sempre quem espere um activismo participativo dos pais;
Há sempre quem espere um activismo participativo dos professores;
Há sempre quem espere um activismos participativo dos governantes
e não tarda nada
Há sempre quem espere um activismo participativo da autarquia.
Entre uns e outros restam gerações de pessoas incultas, mal preparadas e acabadinhas de chegar ao mundo laboral sem o mínimo de conhecimento do que são os direitos e os deveres dos trabalhadores.
Daí potenciais explorados, tão logo exploradores e quase sempre hábeis no fazer de conta que estão a trabalhar.
Este tipo de mentalidade ainda é frequente na população que me rodeia. Escola não significa estudar, fazer e exercitar. Escola significa aturar professores chatos, auxiliares autoritários e amigos "fixolas".
Os anos vão passando e continuamos instalados no fenómeno avestruz.
Os professores lamentam-se, os pais lamentam-se, os governos lamentam-se e os alvos desta choradeira ilimitada, os educandos, divertem-se à brava enquanto são adolescentes e retomarão, tão breve quanto o possível, ao seu lugar charneira de digníssima autoflagelação.
Há sempre quem espere um activismo participativo dos pais;
Há sempre quem espere um activismo participativo dos professores;
Há sempre quem espere um activismos participativo dos governantes
e não tarda nada
Há sempre quem espere um activismo participativo da autarquia.
Entre uns e outros restam gerações de pessoas incultas, mal preparadas e acabadinhas de chegar ao mundo laboral sem o mínimo de conhecimento do que são os direitos e os deveres dos trabalhadores.
Daí potenciais explorados, tão logo exploradores e quase sempre hábeis no fazer de conta que estão a trabalhar.
Etiquetas: A culpa é do coelho da Páscoa, A Máquina de Escolarização, Activos emergente no panorama financeiro internacional




