Drumming + J.P. Simões
Balanço d'a minha agenda...

Sala 2 da Casa da Música esgotada com duas semanas de antecedência; foi um bilhete que me custou a conseguir. Eu nunca tinha assistido a um espectáculo dos Drumming – Grupo de Precursão. Desta vez apresentaram-se como Steel Drumming e tocavam uma espécie de bidões metálicos de diferentes tons de onde saía música numa harmonia que me custou a habituar. Em espectáculos ao vivo, dá-me uma comichãozinha não perceber de onde vem cada som e isso aconteceu-me frequentemente – mas isso é defeito meu! J.P. Simões pareceu-me bem enquadrado na música e na mensagem. (Tem, talvez, de "aprender" que não se ouve quando desvia a cara do micro.) Foram versões das músicas de Zeca e alguns originais a ele dedicados. Gostei dos arranjos, gostei do conjunto.
Só uma última nota: Era dia 25 de Abril e, já no final, dos bastidores, começou a ouvir-se timidamente Grândola. O público, que já estava de saída, parou e entoou juntamente com os músicos que ganharam confiança e regressaram. Em palco, gente nova, uns mais do que outros, mas ninguém com idade suficiente para "cobrar direitos"... JP Simões, de olhos fechados (como habitualmente), foi tomando as rédeas e todos acompanharam, mas... foi estranho... Faltava alguma "autoridade" nesse momento e (os mais jovens músicos das precursões, que me desculpem)... Grândola não é para ser cantada de papel à frente à procura da letra! – estarei a dar razão aos "cobradores"?...
Podem espreitar um bocadinho do espectáculo na reportagem do Jornal da Tarde nos vídeos da RTP (a partir dos 12min40s da segunda parte do dia 27). [Informação daqui.]
Sala 2 da Casa da Música esgotada com duas semanas de antecedência; foi um bilhete que me custou a conseguir. Eu nunca tinha assistido a um espectáculo dos Drumming – Grupo de Precursão. Desta vez apresentaram-se como Steel Drumming e tocavam uma espécie de bidões metálicos de diferentes tons de onde saía música numa harmonia que me custou a habituar. Em espectáculos ao vivo, dá-me uma comichãozinha não perceber de onde vem cada som e isso aconteceu-me frequentemente – mas isso é defeito meu! J.P. Simões pareceu-me bem enquadrado na música e na mensagem. (Tem, talvez, de "aprender" que não se ouve quando desvia a cara do micro.) Foram versões das músicas de Zeca e alguns originais a ele dedicados. Gostei dos arranjos, gostei do conjunto.
Só uma última nota: Era dia 25 de Abril e, já no final, dos bastidores, começou a ouvir-se timidamente Grândola. O público, que já estava de saída, parou e entoou juntamente com os músicos que ganharam confiança e regressaram. Em palco, gente nova, uns mais do que outros, mas ninguém com idade suficiente para "cobrar direitos"... JP Simões, de olhos fechados (como habitualmente), foi tomando as rédeas e todos acompanharam, mas... foi estranho... Faltava alguma "autoridade" nesse momento e (os mais jovens músicos das precursões, que me desculpem)... Grândola não é para ser cantada de papel à frente à procura da letra! – estarei a dar razão aos "cobradores"?...
Podem espreitar um bocadinho do espectáculo na reportagem do Jornal da Tarde nos vídeos da RTP (a partir dos 12min40s da segunda parte do dia 27). [Informação daqui.]
Etiquetas: 25 de Abril, Concertos, Zeca Afonso

3 Comments:
Este não é aquele que andaste quinhentos anos à procura?
É, sim! Tanto me queixei a tanta gente, que alguém se lembrou de mim! :)
Pelas minhas contas deves ter conseguido o bilhete por volta do dia 17, a menos que:
1) haja uma falha de memória da minha parte.
2) a notícia tenha sido subtituida por outra prioritária no serviço onde eu a obtive.
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