Percursos académicos “de certa maneira exemplares”
Terminar uma licenciatura com mais de 40 anos de idade, a um domingo, numa universidade privada que vai ser encerrada, após um dúbio processo de equivalências, e depois de uma desgastante vida profissional (partidária) em que nunca teve tempo para acabar a licenciatura. Pobrezinho! Tenho mesmo muita pena dele. Muita!
Tirar uma pós-graduação em engenharia sanitária numa universidade pública (Escola de Saúde Pública – UNL) ainda sem ter concluído uma licenciatura; e frequentar um Mestrado em Gestão no ISCTE e dizer que se tem MBA. Realmente… não é mesmo para qualquer um! É só para gente muito "especial".
O senhor ministro do ensino superior é capaz de ter alguma razão: o percurso académico do primeiro-ministro «é um caso de certa maneira exemplar» e «devia encher de orgulho e regozijo» o país. Bem… talvez “regozijo” não seja a expressão mais adequada. “Risota” é capaz de ser uma asserção mais ajustada.
PS. Aproveito para deixar aqui os meus sinceros parabéns ao António Balbino Caldeira, pela sua persistência, e pelo excelente trabalho de pesquisa que vem realizando.
Tirar uma pós-graduação em engenharia sanitária numa universidade pública (Escola de Saúde Pública – UNL) ainda sem ter concluído uma licenciatura; e frequentar um Mestrado em Gestão no ISCTE e dizer que se tem MBA. Realmente… não é mesmo para qualquer um! É só para gente muito "especial".
O senhor ministro do ensino superior é capaz de ter alguma razão: o percurso académico do primeiro-ministro «é um caso de certa maneira exemplar» e «devia encher de orgulho e regozijo» o país. Bem… talvez “regozijo” não seja a expressão mais adequada. “Risota” é capaz de ser uma asserção mais ajustada.
PS. Aproveito para deixar aqui os meus sinceros parabéns ao António Balbino Caldeira, pela sua persistência, e pelo excelente trabalho de pesquisa que vem realizando.
Etiquetas: Apostar na qualificação dos Portugueses, Ceci n'est pas une pipe, Coisas que correm mal, Efeito borboleta, Está tudo Grosso, Este país é um colosso, José Sócrates, País real

3 Comments:
Bem… talvez “regozijo” não seja a expressão mais adequada. “Risota” é capaz de ser uma asserção mais ajustada.
lol! adorei essa tirada!
...
... com a distância que a distância me permite, não entendo ... o País está a ser leniente com o protagonista deste escândalo?!?
Se o dele enche o país de regozijo, o melhor é começarmos todos a exigir estátuas pela excelência ;-)
lol!
sim, sim! não é ele que insiste no plano tecnológico? deve ser este tipo de tecnologia alternativa...
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