segunda-feira, março 05, 2007

António Barreto e o país real (III)

Um leitor comenta mais abaixo:
onde estava António Barreto quando alguém chamou a uma geração inteira: geração rasca?
Caríssimo arrebenta,
continua a dar-se demasiada importância ao que dizem os cronistas desta praça, muitas das vezes esquecemos que eles são pessoas comuns cuja originalidade, genialidade, sofre alguns desequilíbrios;
o problema do exercício de qualquer profissão, seja ela qual for, é precisamente o de tentar encontrar esse ponto, alguns conseguem ser equilibradamente geniais, outros esporadicamente e finalmente outros mediocremente;
existe uma certa dificuldade em perceber qual é o objectivo de uma profissão:
que género de profissional pretendo ser?;
dessa nuance, visionária, pedacem a maior parte dos homens e mulheres, daí que assumam papéis nefastamente conhecidos: vítimas, paranoicos, intriguistas, caluniadores, mal educados, fala baratos, etc;
o certo é que tendencialmente humanos, enfim é a nossa cruz, também deveríamos ser tendencialmente profissionais;
para bem de todos.
Mas para não dizer que fugi à questão devolvo-lha em forma interrogativa: e a Geração Rasca por onde andará?

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