segunda-feira, janeiro 21, 2008

Um remédio é um veneno: na dose certa cura; excessivamente mata

Eu até nem me importo de, tal como o leitor e os restantes portugueses, pagar um absurdo em impostos. Já me habituei. Mas gostava que eles servissem para alguma coisa. Servissem por exemplo, para deixar as urgências abertas, em vez de serem utilizados para aparições vaidosas do PM a anunciar que o défice ficou em 2,5%. Se o objectivo era abaixo dos três, 2,9% chegava, ficávamos bem vistos na Europa, quando o PIB crescesse encarregava-se de descer o resto e não era preciso andar com o argumento hipócrita do «vale tudo» para justicar os cortes cegos que por aí se têm feito em áreas como a Saúde. O melhor exemplo é a cidade de Chaves: onde Sócrates diz que não há população para manter o hospital, um grupo privado da Saúde vai abrir um. Não me parece que seja para perder dinheiro.
"Há mais vida para além do défice."

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