domingo, julho 01, 2007

A impertinência de um beijo

Encontro-me numa fase pessoal muito particular, acho imensa piada a quase tudo.
Ver o que se passa no mundo poderá potenciar uma luta argumentativa bastante extenuante, daí o ouvir e, confesso-vos, é quase sempre um reconstituinte pessoal, aliado a um certo exercício de imaginação, potenciando a consciencialização de uma incompetência, o que não deixa de ser muito irreverente.
Caríssimo leitor, chalaças lúcidas são a razão principal do meu riso interior, patrocinadas amiúde pela Antena 1/TSF, e a dever, quase sempre, imenso à incapacidade imaginativa de uma provinciana:
- o florilégio compulsivo do Tio Joe no Centro Cultural de Belém
- a demissão datada de Mega Ferreira
- as afirmações solidárias do Tio Joe
- as asseverações do Tio Joe acerca de Rui Costa
- a resposta mística de Rui Costa
- a jocosidade do ministro Correia de Campos
- a acutilância do parecer em Sócrates
- a inevitabilidade de um crash nos resultados eleitorais de Telmo Correia
- a vitória da oposição na sondagem para as eleições da CML
- o português castelhano do Presidente da Câmara de Bruxelas
E mensagens impertinentes como esta:
Criança de 4 anos - Nancy, dá cá um beijo!
Nancy abraçando a criança e criança de 4 anos beijando-a nos lábios e murmurando com ar penetrante - Isto é só para fazer aqui, nada de beijos na boca na escola!

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