quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Clássicos da bola I

Sem rir os dias parecem sempre mais negros, portanto espero que gostem de uma pequena colecta de frases famosas do futebol. Muitas outras podiam caber aqui mas à medida que a pesquisa avançar lá chegaremos. As pérolas seguintes foram encontradas em caderninhos dispersos, em blogues e páginas na internet, portuguesas e brasileiras.

Romário: Pelé calado é um poeta. Tinha era que colocar um sapato na boca.

Jardel: Clássico é clássico e vice-versa...

Jardel (ele merece): Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe!

Neném Prancha (filósofo da bola): Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado.

Mas isto é do outro lado do Atlântico, naveguemos pois então...

Gabriel Alves (o Rei):

Sobre Hugo Leal: Este jogador é uma jovem esperança do futebol português que se não se vislumbrar nem embandeirar em arco se poderá concretizar numa certeza.

Num jogo Benfica - Porto quando se ouve o público a gritar : Oh Pinto da Costa vai pró c******!!. O comentário: O público entusiasmado apoia as duas equipas.

Avaliação sobre o desempenho da Selecção Nacional: A selecção não jogou bem, nem mal, antes pelo contrário.

A emoção e saber no relato de um golo: E aqui está, um golo substantivo que nem pode ser adjectivado.

Para fechar deixo-vos os meus preferidos:

Bradock, amigo de Romário, a reclamar de um passe muito longo: Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava aquela bola!

João Pinto, ex-jogador do FCP, a comentar o regresso de Vítor Baía ao FC Porto: Ele é sem dúvida o melhor guarda-redes do mundo, e talvez da Europa!

Neném Prancha: Pênalti é tão importante que quem devia cobrar era o presidente do clube.

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