Rosebud
Quando se começou a falar que a escolha mais plausível de José Sócrates para a Câmara de Lisboa seria António Costa, várias ordens de razão levaram-me a não acreditar nas notícias que estavam a ser veiculadas pelos media: primeiro, porque António Costa é um dos sustentáculos políticos do actual executivo e o governo nunca esteve tão fragilizado como agora; depois, porque a escolha do actual ministro irá forçar uma remodelação no período que antecede a presidência portuguesa da UE; e por último, António Costa pode até ter perfil para muita coisa mas a presidência de um município não seria [depois das pouco conseguidas experiências em Lisboa e em Loures], com toda a certeza, das primeiras de que me lembraria.
Para agravar a situação, e mais uma vez por aparente mero capricho pessoal, ao optar por não apoiar uma candidatura como a de Helena Roseta que lhe garantiria uma vitória fácil em Lisboa, José Sócrates acaba por cometer mais um tremendo erro político.
É por estas e por outras que cada vez mais acredito na veracidade daquelas especulações sobre a conveniência de José Sócrates em afastar António Costa: segundo consta, o “engenheiro” não gosta que lhe façam sombra.
Para agravar a situação, e mais uma vez por aparente mero capricho pessoal, ao optar por não apoiar uma candidatura como a de Helena Roseta que lhe garantiria uma vitória fácil em Lisboa, José Sócrates acaba por cometer mais um tremendo erro político.
É por estas e por outras que cada vez mais acredito na veracidade daquelas especulações sobre a conveniência de José Sócrates em afastar António Costa: segundo consta, o “engenheiro” não gosta que lhe façam sombra.
Etiquetas: António Costa, Citizen Kane, CML, Eleições Intercalares, Flashback, José Sócrates, Orson Welles, Partido Socialista

1 Comments:
É por estas e por outras q eu gosto tanto de política.
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