domingo, junho 25, 2006


Público de hoje (negrito meu):
O perfume de escândalo [sobre a recitação integral do hino alemão pelos adeptos] atraiu apenas algumas Cassandras da geração de 68, incomodadas pela exposição constante de uma bandeira herdada da Prússia, e tentaram uma contra-ofensiva. Um sindicato de professores, o GEW, aproveitou a ocasião para lançar uma campanha anti-hino nacional, considerando que este está "estigmatizado pela era nacional-socialista". Comparado com outros hinos europeus de teor bélico, a terceira estrofe da "Deutschlandlied" - a primeira estrofe deste hino, composto em 1841, é interdita na Alemanha desde 1950 uma vez que era a entoada pelos nazis - é uma elegia aos valores democráticos.
Bofetada verbal para a geração de 68 foi a reacção de Charlotte Knobloch, a recém-eleita presidente do Conselho Central dos Judeus na Alemanha e uma sobrevivente do Holocausto. "Porque não hão-de os alemães orgulhar-se do seu país?", interrogou. "Devemos fazer tudo para que aos jovens não seja transmitido o sentimento de culpa pelo passado".
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4 Comments:

Blogger Mais Notas Soltas said...

Consulado português em Macau nega asilo político a cidadão chinês

domingo, junho 25, 2006 1:01:00 da tarde  
Anonymous Luis said...

Uma bandeira alemã?! Eu já estou preocupado, o que é que as pessoas irão pensar ...

domingo, junho 25, 2006 1:13:00 da tarde  
Blogger Filipe Alves Moreira said...

Nada como pôr as pessoas a pensar

domingo, junho 25, 2006 9:24:00 da tarde  
Anonymous Luis said...

lol! concordo contigo ...

domingo, junho 25, 2006 10:02:00 da tarde  

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