O apogeu do neoliberalismo
Olhando para os EUA eu, neoliberal convicta, interpreto criativamente as falências e as intervenções estatais na economia.
Ora se os actores do mercado criaram oportunidades infindáveis de consumo, e as empresas competiram entre si, e a tecnologia inventou/a novas oportunidades de negócio, isto é como lucrar mais com cada vez menos gente, e os consumidores deixaram de ter dinheiro, pois não têm emprego, e as empresas do mercado livre perderam clientes, que tal organizarmos tudo isto de uma nova forma?
Bem, em primeiro lugar precisamos de comer a concorrência, e, em último recurso, fazer com que o estado a coma. Aliás é esse um argumento excelente em prole da defesa do estado mínimo, o estado só deve intervir quando estamos em risco da economia entrar em colapso e, consequentemente, exclusões e desordem social.
Entretanto o americano tranquilo chegará a uma conclusão brilhante: ah, já compreendi o que os génios da teoria económica neoliberal pretendem dizer quando defendem a intervenção estatal mínima. Qualquer coisa como mais do mesmo: o lucro de meia dúzia e o prejuízo de milhões, parece-me justo, é esse tipo de economia que eu, aliás, vou adoptar lá em casa.
A verdadeira essência do neoliberalismo é uma nuance humana em vias de extinção: o canibalismo.
Ora se os actores do mercado criaram oportunidades infindáveis de consumo, e as empresas competiram entre si, e a tecnologia inventou/a novas oportunidades de negócio, isto é como lucrar mais com cada vez menos gente, e os consumidores deixaram de ter dinheiro, pois não têm emprego, e as empresas do mercado livre perderam clientes, que tal organizarmos tudo isto de uma nova forma?
Bem, em primeiro lugar precisamos de comer a concorrência, e, em último recurso, fazer com que o estado a coma. Aliás é esse um argumento excelente em prole da defesa do estado mínimo, o estado só deve intervir quando estamos em risco da economia entrar em colapso e, consequentemente, exclusões e desordem social.
Entretanto o americano tranquilo chegará a uma conclusão brilhante: ah, já compreendi o que os génios da teoria económica neoliberal pretendem dizer quando defendem a intervenção estatal mínima. Qualquer coisa como mais do mesmo: o lucro de meia dúzia e o prejuízo de milhões, parece-me justo, é esse tipo de economia que eu, aliás, vou adoptar lá em casa.
A verdadeira essência do neoliberalismo é uma nuance humana em vias de extinção: o canibalismo.
Etiquetas: nem tu, o estado há-de comer, Ora agora como eu ora logo comes tu e quando não como eu



