sábado, junho 18, 2011

Working Class Hero

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sexta-feira, janeiro 09, 2009

RE: A Unhaca e o Blahnik

Caro Miguel,

A propósito deste teu post, pareceu-me adequado colocar no GR este vídeo, que poderá ter a faculdade de nos elucidar melhor… a todos.

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sábado, maio 31, 2008

Galinha

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terça-feira, abril 08, 2008

O Campeonato da Segunda Circular [1]

Agora que a época entra numa fase crucial para o Sporting e Benfica, era uma pena que o Tomás Vasques andasse [ultimamente] tão afastado das lides futebolísticas. Pelo mais que evidente destaque que vinha atribuindo na sua rubrica ao Sporting [no geral] e ao Paulo Bento [em particular], era uma pena que no final da época o “treinador de sofá” tivesse entrado em estado de hibernação. É com bastante alívio que constato que o “treinador de sofá” acordou do seu sono profundo, porque, a partir de agora é que pode ser interessante começarmos a trocar algumas ideias.

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segunda-feira, abril 07, 2008

Cabelinho à Chalana

Imagem via: Primeira Liga.com

Apesar de até hoje ainda não ter conseguido compreender nenhuma palavra com mais de três sílabas emitidas pelo mister Chalana durante as conferências de imprensa, pensava que o problema residia no facto de eu ser Sportinguista e as manifestações do mister serem [e bem] direccionadas ao seu público-alvo. Porém, o profundo silêncio de alguns “treinadores de sofá” anda-me a deixar algo confuso.

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quinta-feira, setembro 13, 2007

saudades do Filipe...

No sentido de... digamos, de me "cultivar politicamente", sempre li atentamente a opinião do Filipe, pois, sem qualquer pretensiosismo, ele falava de uma mudança pessoal de estádios, referindo claramente uma posição inicial - primária e natural - que eu sempre achei inevitável... Isto porque eu não acho natural nascer-se de direita! Numa inocente, ingénua ou mesmo ignorante teoria, tenho para mim que, em condições normais - seja lá o que isso for! -, todos somos inicial e naturalmente de esquerda... A força das circunstâncias - seja também o que isso for! - é que nos traz novas ideologias...

Mas dizia eu que tenho saudades do Filipe...

«Na adolescência, não tinha dúvidas: não só a Esquerda era a melhor solução possível, como a existência de uma coisa chamada Direita me era inexplicável. Não era a Esquerda pela igualdade, pela liberdade, pelo fim da pobreza, pelo fim das desigualdades sociais? E não eram esses objectivos os mais nobres dos objectivos? [...] o meu mundo era claro como a água. De um lado, os bons: a Esquerda. Do outro, os maus: a Direita. O único senão deste esquema eram os regimes comunistas [...] Via-os como uma degenerescência dos ideais da Esquerda, mas, por qualquer razão obscura, não os ligava às ideias em si, mas aos homens que as levaram à prática. [...] E acabava por refugiar-me no subconsiente: se determinada ideia era boa, é porque era de Esquerda. Douta ignorância! Até que encontrei a minha estrada de Damasco. Não propriamente a que me converteu, mas a que me educou. A que me ensinou que Esquerda e Direita eram só diferentes, sem que o Senhor Deus se tivesse alguma vez pronunciado sobre a validade absoluta de ambas.»
Filipe Alves Moreira, Dez/2005
Esquerda / Direita: um depoimento pessoal

«a maior parte das pessoas, pura e simplesmente, está-se nas tintas para saber se tal ou tal política é mais de Lenine, Burke, Reagan ou nórdica. Havendo sol no Verão e chuva no Inverno, 60 e muito % da população mundial passa bem sem discussões intelectuias sobre o neo-liberalismo ou o socialismo democrático. E, vejamos: o comunismo ruiu, as teocracias ruiram (vão ruindo...), o capitalismo, provavelmente, vai ruir. Quem nos pode garantir o que quer que seja? Em muito que pese aos velhos profetas de Esquerda, ou aos novos profetas de Direita, a humanidade patenteia uma imprevisibilidade desconcertante, de mistura com uma acentuada propensão para a mudança.»
Filipe Alves Moreira, Dez/2005
Opções



Integrando eu, infelizmente, os tais 60 e muito % da população e estando ainda a atravessar uma adolescência política tardia, continuo a perguntar-me quando é que as "ideias correctas" deixaram de ser comunistas... ou ainda quando é que as ideias comunistas deixaram de ser "ideias correctas"...

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sexta-feira, junho 22, 2007

playing Miss Pearls... [4]

O contentamento... de alguns! :)
[ou, confusões à parte, um post com dedicatória...]

Sáb. 8h00: o Parque
Visita guiada ao Parque. Cheguei atrasada e já fora do limite das 25 pessoas, mas àquela hora o Parque estava deserto e portanto, não houve problema em encontrar o grupo e juntar-me às perto de 40 pessoas que decidiram madrugar para a Festa. A história do crescimento e construção do Parque, num passeio matinal calmo e agradável. Terminou no celeiro com a oferta de um pequeno-almoço com chás, pães e compotas inteiramente produzidos no Parque. Veio mesmo a calhar, pois para além de chegar atrasada ainda só tinha ingerido pelo caminho um daqueles iogurtes pequeninos que regulam o trânsito intestinal.

Dom. 13h00: os espaços arquitectónicos
Reparo que tenho um "buraco" no programa mesmo a jeito da visita aos espaços arquitectónicos. Outra excelente visita onde nos chamaram a atenção para as entradas de luz, as aberturas para o exterior, a versatilidade das salas, a adequação do espaço envolvente, a preocupação de integração, as analogias passado-presente,... Aprendi a ganhar outro respeito ao trabalho dos arquitectos.

Sáb. 23h00: as exposições
À hora marcada, na entrada do Museu para seguir a visita das exposições. «O que é uma exposição?» «O que é um desenho?» «O que nos está a dizer o artista?» Um guia com a mania que é animador cultural... Foi interessante! A visita termina no exterior do Museu, para analisar as pérolas de Massimo Bartolini. Pergunta o guia: porque é que as mulheres usam jóias? Após algumas respostas tímidas do grupo e antes de concluir que as pérolas de Bartolini não embelezam o Museu, apenas realçam as suas formas belas, esclarece, galanteador (?), que as jóias não tornam as mulheres bonitas, apenas realçam a sua beleza!
[fim]
imagem: Miss Pearls

[parte1] [parte2] [parte 3]

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quinta-feira, junho 21, 2007

playing Miss Pearls... [3]

«Eu pensava que Serralves era uma seca... Isto até é fixe!»

É, de facto, uma festa para toda a família, onde as crianças conseguem ganhar um espaço programático importante. As marionetas e os circos estavam todos cheiinhos de famílias, de crianças saltitantes e de pais semi-stressados. E em todas as oficinas dava gosto ver pais e filhos, juntos, de volta das madeiras, dos papeis, dos lápis, das colas e das tesouras. Nem sei bem quem mais se divertia!...

O anoitecer de domingo lembra-me que tenho horas para estar noutro sítio, fora de Serralves, fora da Festa... Sentada na relva tomando lanço para deixar tudo para trás, faço um balanço mental claramente positivo e constantemente interrompido pela vontade de voltar em pleno para o ano...

[cont.]
Eu prometo que acaba na próxima... Está bem?
[parte1] [parte2]

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quarta-feira, junho 20, 2007

playing Miss Pearls... [2]

Apesar de duvidar um bocado da minha permissão - posso?... -, cá vai mais um bocadinho da minha Festa:

«Ó mãe! E podemos ir para cima da relva?!...»

A relva é uma constante da Festa. Quase todas as actividades ao ar livre começam e terminam com pessoas a sentarem-se na relva. Umas mantas?... Pode ser, mas não é indispensável...

No Redondo das Cameleiras sento-me sossegadinha ainda de sande na mão (o meu almoço!) para ouvir a lenda da moça da fonte – espaço fenomenal! parecia criado propositadamente para o contador de histórias que assumia as personagens e nos fitava de olhos arregalados. Depois de almoço e a meio da tarde, sento-me no Prado, onde um grupo de percussão de uma escola profissional recria uma espécie de espírito Stomp. Surpresa agradável e um público, acho que também, surpreendido!

No domingo, sossego sentada à sombra disfarçando um pequeno almoço fugido ou um almoço apressado ao som de pequenos trechos musicais: Sons na Paisagem. Agradável! Com o entardecer, já com muitas horas em cima, corro para o Prado, onde acabo por me refastelar muito bem refasteladinha no meio da relva a ouvir um bocadinho de jazz. Momento de descanso bem musicado.

[cont.]
[parte 1]

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terça-feira, junho 19, 2007

playing Miss Pearls... [1]

Miss Pearls foi a blogger-repórter do Expresso na Festa de Serralves. Eu não tive bilhete de primeira classe no alfa, não tive estadia paga num hotel, nem recebi 150 € para despesas. Mas também lá estive e tinha um passe Andante Z4, uma senha de 10 viagens dos STCP e uns trocos na carteira – é parecido! Também tinha uma máquina fotográfica e uma assumida falta de jeito, mas não tive tempo de a demonstrar! Agora, fazendo uso de uma licença não pedida – ainda! –, trago aqui uma visão da minha Festa a la Miss Pearls... Posso? Posso?...

«Agora escolhes tu! Tu nunca gostas do que eu escolho!»

A consulta do meu programa começou durante a semana na visita ao site e continuou fim-de-semana adentro sempre de livrinho na mão em cada tempinho livre. Tudo somado devo ter olhado para aquilo umas boas duas horas – não estou a exagerar! Há tanta coisa, em tantos sítios que corria sérios riscos de me perder em actividades ou espaços. Chamo a atenção para um detalhe importante: a impossibilidade de tele-transporte entre o fim de uma actividade e o início de outra!!! – foi uma coisa com que não contava, mas que cedo percebi e tive de me resignar...

Há de tudo: experiências que nos surpreendem e momentos que se dispensam...

Na minha estreia no Auditório, a dupla das vassouras diverte grandes e pequenos, gerando risos e gargalhadas sinceros e genuínas. Ao fim da manhã, no Ulmeiro, prepara-se uma apresentação de dança contemporânea e fico para ver... – demasiado estranho, ainda por cima sob a etiqueta "indicado para crianças e famílias"! A meio da tarde, acelero o passo para o Ténis onde os Bal Moderne ensinam 3 min. de coreografia durante 45 min. para todos os que quiserem levantar o rabinho das cadeiras – um bocadinho... sei lá... parolo, mas até não ficou nada mal! Troco a segunda coreografia pelo Circo de Madeira no Arboreto: muita gente, muitas crianças, muitos pais,... no fim de algum trabalho de ordenamento da plateia, todos acabam por ver o palhaço faz-tudo, o malabarista, o trapezista, o domador, os dançarinos,... – manipulação divertida e agitação bem humorada! Ao fim da tarde, rumo ao Parterre Lateral para ouvir algumas Lembranças: em grupos pequenos e saltando de cantinho em cantinho vamos assistindo a representações individuais num sentimento de partilha mútuo – gostei do conceito!

[cont.]

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terça-feira, maio 22, 2007

pontuação...

... ou as razões pelas quais eu seria despedida no primeiro dia de trabalho com FJV...

O que eu gosto de reticências... e de pontos de exclamação!!!... É que gosto mesmo!!! E pontos de interrogação?... Montes deles!!!... De preferência... tudo fora do sítio! onde menos se espera... Por outro lado, não acho tanta piada aos parênteses e aos dois pontos, até porque me comecei a apaixonar pelos travessões – foi um namoro difícil, mas acho que está a resultar! Mantenho, no entanto, uma paixão mais antiga pelas frases... «gagas e soluçadas». Ao contrário da paixão jovem e fervorosa pelos travessões, as frases... «gagas e soluçadas» são já uma espécie de amor sereno... omnipresente. Elas compreendem-me e acompanham-me... nos bons e nos maus momentos... na ironia eufórica e na tristeza reflexiva... Como tal, senti-me na obrigação de vir em defesa da minha... dama ofendida: as frases... «gagas e soluçadas»!

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domingo, abril 15, 2007

a Matemática da escrita...

- Quando eu emprego uma palavra, ela quer dizer exactamente o que me apetecer... nem mais nem menos - retorquiu Humpty Dumpty, num tom sobranceiro.

- A questão é se você pode fazer com que as palavras queiram dizer tantas coisas diferentes.

- A questão é quem é que tem o poder... é tudo - replicou Humpty Dumpty.

Alice ficou demasiado perplexa para dizer o que fosse.


Lewis Carroll, "Alice do Outro Lado do Espelho"


E, sem mais, este post vai dedicado em duas fases:
- à Amok dedico o excerto, em jeito de conclusão ;)
- à Nancy dedico o autor, em jeito de provocaçãozinha ;) ... não é poeta, mas, para já, é o que se arranja :)

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terça-feira, abril 10, 2007

Florbela... em "antes e depois"...

Antes de mais, sinto-me na obrigação de relembrar que «não percebo muito de literatura» e o pouco que sei de Florbela Espanca é vestígio do que ainda não esqueci da escola (e do que fui rever antes de escrever o post)... Amok, tenho, de facto, a ideia de uma fase final de rezignação, de fim de luta contra o mundo... - errada? não sei... alguém me ajuda?... Não estou, de modo algum, a dizer que a sua escrita se tornou alegre e positiva, mas sim que perdeu o fulgor do negativismo, ou antes, que perdeu a indignação da incompreensão, absorvendo tudo isso como uma espécie de inevitabilidade.

Já de si os títulos das obras mostram alguma coisa - digo eu! -: «Charneca em Flor» (1930) parece-me apresentar-se numa postura diferente de «Livro de Mágoas» (1919) - não te parece? De volta ao «Sonetos» procuro, então, aleatoriamente no «Caharneca em Flor» alguma coisa que possa ilustrar a minha ideia. Nem de propósito... ;)


EU (Livro de Mágoas, 1919)

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...

Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
EU (Charneca em Flor, 1930)

Até agora eu não me conhecia.
Julgava que era Eu e eu não era
Aquela que em meus versos descrevera
Tão clara como a fonte e como o dia.

Mas que eu não era Eu não o sabia
E, mesmo que o soubesse, não o dissera...
Olhos fitos em rútila quimera
Andava atrás de mim... e não me via!

Andava a procurar-me - pobre louca! -
E achei o meu olhar no teu olhar,
E a minha boca sobre a tua boca!

E esta ânsia de viver, que nada acalma,
É a chama da tua alma a esbresear
As apagadas cinzas da minha alma!

[Se for caso disso, peço desculpa por remexer no baú...]

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sexta-feira, março 30, 2007

Da Música

É dos livros: a música é a mais universal das artes. Universal porque é susceptível de ser percepcionada por todos, porque basta saber assobiar para criá-la, porque consegue expressar todos os matizes do espírito humano, porque não conhece fronteiras, línguas ou religiões. A música é, igualmente, individual. Uma mesma música é interpretada de maneira diferente de indivíduo para indivíduo, e cada um desses indivíduos pode dar diferentes exegeses à mesma música, normalmente por variações do tempo, do espaço e do estado de espírito, conduzindo a que aconteça um movimento curioso: uma canção é universal, por aquilo que atrás se aduziu. Quando é apropriada por uma pessoa, torna-se individual. Já «dentro» dessa pessoa, ela volta a tornar-se universal na medida em que pode tomar uma pluralidade de interpretações, não pela subjectividade óbvia de cada indivíduo, mas porque para um mesmo indivíduo, a mesmíssima música pode despertar uma miríade de emoções, no limite contrárias, devido às circunstâncias em que é escutada: a arte é a mais universal das músicas.

A música está para mim como as «madalenas» estavam para Marcel Proust. Cada vez que meto um disco a tocar, é uma viagem no tempo que faço. Recordo nitidamente situações, pessoas, momentos. As canções são cábulas da história da minha vida.
Ao longo da Festa Música (FM), fui falando daqueles que estão no topo da pirâmide dos meus gostos. Hoje, trago-vos aqui os que estão na base. A base da pirâmide é sempre mais larga. Como tal, tratarei de deixar apenas links, e dentro destes algumas dedicatórias a quem teve a amabilidade fazer referência à FM.
Para finalizar quero corrigir aqui uma injustiça que os dicionários de sinónimos cometem: música significa, essencialmente, amizade. E é com essa amizade que dedico este post n.º 3000 (e respectivo vídeo) do Geração Rasca ao André, à Cristina, à Nancy e à Leonor.
Pink Floyd, R E M, Radiohead, Manic Street Preachers, Oasis, Mão Morta, Andrew Bird, The White Stripes, The Killers, Interpol, Muse, Therapy?, Suede, Tchaikovsky, Within Temptation, Sisters of Mercy, Dead Can Dance, Dave Matthews, Patrick Wolf, The Animals, Placebo, The Who, Megadeth, David Bowie, e muitos muitos outros, entre os quais estes senhores que esta noite vão actuar exclusivamente para os meus colegas do GR:


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segunda-feira, março 26, 2007

What a difference...

O Espumante deixou-nos aqui «uma performance inesquecível de Jammie Cullum» no barroco de Blenheim Palace, e eu agradeço e retribuo, com outra performance inesquecível no “nosso” José Alvalade.

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Anarchy in the UI*



Vídeo dedicado a Luís Arouca, o reitor mais punk de Portugal.

* Universidade Independente

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quarta-feira, março 21, 2007

Em tons de azul

Esta sugestão do RAF é excelente, mas quando se fala de Iggy Pop a memória remete--me de imediato para outro clássico.

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domingo, março 11, 2007

Os concertos da nossa vida [1]

Apesar do respeito que nutro pelos Metallica, e da cicatriz que ganhei no joelho para o resto da minha existência, não foi esse o concerto da minha vida. Aliás, fui assistir ao concerto dos Metallica para ver a banda de suporte dessa digressão, os The Cult.

E a imagem desse espectáculo que ainda guardo religiosamente na minha memória, é a da entrada dos The Cult em palco, e os primeiros acordes de "Wild Hearted Son" com o Sol a pôr-se cuidadosamente por detrás do palco, e a lua a elevar-se após uma respeitosa vénia.



Post dedicado à Sinapse… em Bruxelas ou em Nova Iorque.

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quinta-feira, março 08, 2007

Primeiro estranha-se, depois entranha-se

«não é fácil a muita gente passar para lá do "ruído", da "violência" que caracterizam o rock dito pesado. Da mesma forma que, não é fácil perceber quão profundos são alguns dos temas abordados. Até porque aqui entramos no campo dos sentimentos limite, o que por si só repele muito boa gente. É o caso do Amor incondicional, ou mesmo do Desejo puro por exemplo. Uma coisa é certa, ou se gosta de Metal, ou se odeia. Não há meio-termo possível. Quem um dia se apaixonou pelo género, não mais consegue livrar-se dessa paixão. Agarra-se ao ser. Faz parte integrante de quem somos»

Excerto de um comentário que a Su (ex-pontapé na tónica) teve a amabilidade de deixar neste post. Apesar do comentário ter sido combinado, é sempre agradável saber que na blogosfera há "outros seres singulares como nós". Só por isso, dedico-lhe outra das minhas “baladas” preferidas:

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