Espelho meu, espelho meu
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A 1ª edição do GEADA terá como objectivos principais: festejar e divulgar a cultura, a língua e as tradições de Inverno das Terras de Miranda [...] Pretende-se [...] que todos os visitantes e participantes levem algo mais que uma recordação, mas antes uma experiência, que sintam a motivação de fazerem parte integrante de uma cultura tão próxima, mas ao mesmo tempo tão distante, tentando percebê-la por dentro e não só a estudando.E assim foi!...
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É certo que o Pedro acabou com chave de ouro, mas foi uma pena terem chegado ao fim. Para quando mais vinte?
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Eu não sei se foi a aldeia da Batalha que deu o nome ao Mosteiro ou o contrário. Segundo reza a História, foi erigida como cumprimento de uma promessa de D. João I por ter vencido a Batalha de Aljubarrota. Contou com a ajuda, como se sabe, da Virgem que acudiu ao pedido, do célebre método do «Quadrado» e de uma improvável padeira. Mas o mais improvável é que o local do Mosteiro onde se atinge o expoente máximo da perfeição dê pelo nome de Capelas Imperfeitas.
Para fechar este tríptico com um pouco de anarquia, nada melhor que falar sobre mais dois sítios. Em noventa por cento dos casos, a primeira viagem às «Portas do Sol» em Santarém, decorre na visita de estudo do 10.º ano para melhor enquadrar as «Viagens na Minha Terra» de Garrett. Assim como Joaninha e um homónimo descobrem o amor por essas bandas, assim nós descobrimos a infinidade da lezíria ribatejana. Outra terra digna de registo neste mapa é Almeirim, mas por motivos gastronómicos. Não, não é a sopa de pedra, que é um assombro, nem os sumos Compal, que também não são nada de se deitar fora. O que me vem à memória quando falo em Almeirim é o Magusto de Bacalhau, meus senhores, que, com tanto mosteiro, convento e igreja a rodear deve ter sido criado a partir de uma receita de deus. Só para terminar, e dando razão ao Nobel português, uma perguntinha aos caros leitores da zona centro: onde foram buscar essa imensa lua brilhante que vocês têm?
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A minha aldeia tem ruas estreitas e sinuosas de paralelos tortos... ou ruas direitas e amplas – ainda não decidi. A minha aldeia tem casas de pedra encavalitadas... ou casas caiadas muito bem alinhadas – ainda não decidi!
A minha aldeia tem em volta um vale recortado... ou planícies imensas – ainda não decidi. Acho que a minha aldeia tem um rio... ou um ribeiro – ainda não decidi –, mas um daqueles que «não faz pensar em nada» e que «quem está ao pé dele está só ao pé dele».
Na minha aldeia, o azul é do céu e o verde é dos campos. Na minha aldeia, come-se sentado em casa de volta da mesa ou em roda do meio do monte. A minha aldeia tem recantos escondidos e portas abertas.
A minha aldeia tem gente! Tem gente que conversa, tem gente que se conhece, tem gente que cumprimenta quem passa, tem gente que conta histórias, tem gente que sabe esperar, tem gente que vive devagar, tem gente que sabe ouvir, tem gente com memória... Na minha aldeia, «sinto mais longe o passado» e «sinto a saudade mais perto», apenas porque, na minha aldeia,... sinto!Etiquetas: Pelos caminhos de Portugal
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Há uns anos, resolvi alugar uma Ford Transit, com dois grandes amigos, e partir rumo ao Portugal Profundo: Trás-os-Montes.
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vêem as casinhas de Pedras d'el Rei. Chegamos à ria. Estaciona-se e toca de tirar do carro: sacos, toalhas, guarda-sóis, pára-vento, brinquedos, raquetes, bolas e lancheira. Uff... Ainda falta para chegar, mas aproxima-se um dos momentos mais ansiados: o comboinho! Antes disso, ainda a ponte... Por causa dela, havíamos trocado os chinelos pelas sandálias, não fosse algum ficar preso nas tábuas mal alinhadas. Guardam-se os chapéus para não voarem e cá vamos nós alegremente pela ponte flutuante que abana à passagem dos visitantes e muda de configuração ao sabor das marés...
com a mão direita a segurar o saco, a esquerda a agarrar a criança que se abraça ao seu balde, o pé direito a fixar o guarda-sol e a perna esquerda a amparar a lancheira, a cabeça gira como pode para espreitar a fuga dos caranguejos à passagem barulhenta do comboio. Tu-tu tu-tum tu-tu tu-tum... Como eu gosto de andar no comboinho! Uma pausa a meio do curto caminho, para permitir o cruzamento com o segundo comboio – vazio! – em sentido contrário. Chegamos à praia! Volta a carregar o saco, a toalha, o guarda-sol, o pára-vento, os brinquedos, as raquetes, as bolas e a lancheira.
gestão sossegada do pequeno-almoço. A água límpida e carregada de algas verdinhas aguça e retrai a vontade do mergulho; mas devagar, devagarinho e procurando o melhor local, a gente habitua-se [ou não!] àquela presença estranha. Um grande passeio pelo areal imenso é acompanhado pela recolha de conchas, búzios e pedrinhas. Hora da construção: uns túneis, uns castelos, uns desenhos de dedo espetado na areia – tudo cuidadosamente aprumado. Uma voltinha de gaivota é motivo de festa. Mas, para além do comboiinho, um outro ponto forte do dia também se faz ouvir à distância: «boliiiiiiiiiinhas!!!» – é que, de facto, as melhores bolas de berlim sem creme são as da praia do Barril; não há dúvidas!!!Etiquetas: Pelos caminhos de Portugal

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