terça-feira, março 02, 2010

Ler os clássicos

Sempre que alguns #digníssimos# actores sociais falam dos ignorantes (leia-se a arraia miúda)#arregaçam# os beiços, #abotoam# as mangas de alpaca e #botam# contas ao vernáculo, amiúde surpreendem com a inventividade do argumentário: os excelentíssimos invejosos, os digníssimos medíocres e os louvadíssimos representantes da #cambada#, aqueles que ousam matar a mãe por um miserável pedaço de terra.

Sempre que alguns #digníssimos# actores sociais trocam galhardetes e faustosamente #exibem# a sua verdadeira essência, malgrado o adjectivo metafórico ou a metáfora adjectivada, demonstram o que Shakespeare escreveu há muito: natureza humana é natureza humana, sangue azul, poder económico, cultura, elite, género, etc. são #vernizes# caros, mas a tinta acaba por vergar-se às #intempéries#.

É lamentável não se (re)lerem os clássicos.

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domingo, setembro 14, 2008

Quando as montanhas parem ratos

Este fim-de-semana foi bastante profilático como diria um digníssimo habitante de qwerty2001.
Só uma pequena sombra invade o meu contentamento: a falta da crónica do Miguel Sousa Tavares no Expresso.
Quanto às anunciadas e publicitadas inovações no semanário há um ditado português adequado: a montanha pariu um rato.
Gosto de ler o Henrique Raposo, principalmente quando invoca argumentos descomprometidos em louvor da escola pública e da autonomia das escolas, ainda estou assombrada com a sua capacidade de introspecção.

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quinta-feira, março 06, 2008

Trocadilhos em dia de jogo (Actualizado)

Coisas que em português e espanhol são o que são mas que em inglês ganham logo outra cor: Getafe uck outta he'e!

P.S. - Tanque U Sinapse.

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